sexta-feira, 31 de julho de 2009

Concertos e oficinas fazem parte do encontro, que está com inscrições abertas

Por Roberta Francine Gesteira

Os amantes da música erudita terão uma ótima oportunidade de participar do VII Encontro de Música Antiga, promovido pelo Conservatório Pernambucano de Música (CPM). As inscrições estão abertas e podem ser feitas neste site. O evento acontece de 5 a 10 de agosto, às 19h30, no Convento de São Francisco, em Olinda e, além de concertos e palestras, serão oferecidos cursos e master-classes de instrumentos antigos e canto barroco com professores de renome internacional.

Os interessados em participar do encontro deverão preencher a ficha que está disponível neste site e encaminhar devidamente preenchida para os e-mails homrib-cpm2009@yahoo.com ou viv_olino@hotmail.com, ou pelo correio através do endereço destinado a profa. Viviane Guedes Pimentel - Conservatório Pernambucano de Música, av. João de Barros, 594 - Santo Amaro - CEP 50100-020 – Recife/PE.

Na programação do dia 5 de agosto está previsto: concerto dos professores: Karine Serafin – soprano; Rodrigo Calveyra - flautas doces; Rosangela de Lima - flauta transversa barroca & flautas doces; Homero de Magalhães Filho - flautas doces; Raquel Aranha - violino barroco; Mário Orlando - viola da gamba; e Edmundo Hora – cravo. No repertório obras de: H. Purcell, G. F. Haendel, G. PH. Telemann, F. Couperin, A. Dornel, e. Jacquet de La Guerre.

No dia 6 haverá a apresentação musical dos grupos representativos do CPM, entre eles o Trio-Sonata e Allegretto. Já no dia 7 será a vez da palestra com a professora Rosangela de Lima sobre Purcell e a flauta doce. E nos dias 8 e 9 acontece o concerto comentado do professor Rodrigo Calveyra com flautas doces e a audição de alunos do curso, respectivamente. Já o encerramento do VII Encontro será marcado por apresentações de professores e alunos.

PROGRAMAÇÃO:
Dia 05 - 19h30 - Concerto de Abertura com professores do curso
Dia 06 - 19h30 - Concerto Trio Sonata e Allegretto
Dia 07 - 19h30 - Palestra com a Prof. Rosângela Lima (PE/França) - Purcell e a flauta doce
Dia 08 - 19:30 - Concerto Comentado comProf. Rodrigo Calveyra (RS/França)
Dia 09 - 19h30 - Audição com Alunos do Curso
Dia 10 - 19h30 - Concerto de encerramento dos professores e alunos do curso

Serviço:
O que: VII Encontro de Música Antiga
Dia: 5 a 10 de agosto, às 19h
Local: Convento de São Francisco, em Olinda
Inscrições pelo site www.conservatorio.pe.gov.br
Informações: profª Viviane Guedes Pimentel - 81 3183 3400 / 9111 0018 - viv_olino@hotmail.com

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Lançamento do livro O anel do Nibelungo

Caros Amigas e Amigos Bachianos,
A Bachiana tem o prazer de convidá-los para o lançamento do livro "O Anel do Nibelungo", um guia prático para o ouvinte da famosa Tetralogia de Richard Wagner. O evento acontecerá no auditório da Livraria Travessa, no Shopping Leblon, no dia 14 de setembro, e contará com uma palestra da autora, Lúcia Schiffer Durães, sobre a Tetralogia às 19h, seguida da noite de autógrafos a partir das 19h30, no endereço abaixo em nossa filipeta virtual.

O livro, além de trechos da partitura com os 'leitmotiven', então denominados 'temas', contém um CD para CD player e computador com a gravação dos 89 'leitmotiven', a tradução para o português das quatro óperas em alemão e os números referentes a estes 'leitmotiven' marcados no texto em alemão. Esses números, quando pressionados, tocam os respectivos 'temas'.
Não percam esta oportunidade, aproveitando que a autora estará no Rio de Janeiro especialmente para este lançamento.
Saudações musicais,
Cia. Bachiana Brasileira

Trecho de espetáculo da Cia Minaz está no YOUTUBE

Agora será possível assistir trechos de espetáculos da Cia Minaz na internet. A Cia está disponibilizando os vídeos de seus espetáculos na página do YOUTUBE.

Até o momento foi postado o vídeo “O Fortuna”, da Cantata Carmina Burana. Os próximos vídeos a serem postados serão os da ópera “Pagliacci”, do compositor Leoncavallo e também a “Ópera do Malandro”, de Chico Buarque.

Para assistir basta acessar o endereço:

http://www.youtube.com/watch?v=Co9MHdFPnkE

Visite nosso site: www.minaz.com.br

Atendimento à imprensa

Fernanda Marx –(16) 3941-2722/ 9202-2332

Ribeirão Preto - SP

Leonardo Altino na Venezuela

Já que o colunista Fernando Machado anunciou a ida de Leonardo Altino para a Bolívia em outubro, aproveito para acrescentar que ele estará na Venezuela em dezembro, onde será regido por Karabtchevsky. De lá, virá direto para o Virtuosi. É quase certo que ele toque o segundo concerto para violoncelo de Villa-Lobos por aqui.

Concertos Noturnos

Posted: 29 Jul 2009 08:14 PM PDT

Dando continuidade a Série Concertos Noturnos a Orquestra Sinfônica do Recife subirá ao palco do Teatro de Santa Isabel, na próxima quarta-feira, às 20h. Ainda do alto do sucesso que foi a sua Maratona de Aniversário OSR em parceria com o Conservatório Pernambucano de Música traz o violinista norte-americano Alan Busteed. O concerto é uma comemoração conjunta das duas instituições parceiras que completam este ano 79 anos de existência.

A Sinfônica terá dois regentes nesta noite. A primeira parte a orquestra será regida pelo maestro Sergio Barza, professores do Conservatório. Na segunda parte do programa o regente será o maestro Osman Gioia, quando homenageará os 200 anos de nascimento de Mendelssohn apresentando o seu famoso concerto para violino que terá como solista o violinista Alan Busteed. A entrada é franca. Quem nos informa é Múcio Callou.


Flashes

Posted: 29 Jul 2009 08:11 PM PDT


No dia 24 de outubro o violoncelista Leonardo Altino será uma das atrações do noite em homenagem a Villa-Lobos, na Bolivia.


De volta para o passado

Posted: 29 Jul 2009 08:02 PM PDT


Há 79 anos, Vicente Fittipaldi, Walter Cox, Manuel Augusto e Ernane Braga fundavam a Orquestra Sinfônica do Recife.

João Alberto

Relações musicais - Antes de começar o concerto de abertura da Maratona de aniversário da Orquestra Sinfônica do Recife, o maestro Cussy de Almeida recebeu em seu camarim o secretário de Cultura do Recife, Renato L, e a presidente da Fundação de Cultura, Luciana Félix, além do maestro Osmam Gioia, para conversar sobre música e sobre projetos para o futuro da Orquestra da Criança Cidadã.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Programação do XV Rio Cello Encounter

logo ICE

A

XV RIO INTERNATIONAL CELLO ENCOUNTER 2009

Rio de Janeiro, 22 de julho de 2009

PROGRAMAÇÃO GERAL CONCERTOS

(a direção se reserva o direito de alterar os programas e artistas)

Quarta-feira 5 de agosto

· Concerto Didático - Centro Universitário de Barra Mansa – UBM – 19h

David Chew, violoncelo (convidado especial) | Luis Gustavo Torres, piano

MOZART: Sonata em Dó menor KV 457
CHOPIN: Noturno em Dó menor op 48 nº 1
SCHUMANN: Fantasiestücke op. 12 - seleção
VILLA-LOBOS: Bachianas Brasileiras nº 4

Quinta-feira 6 de agosto

· Concerto Didático - Centro Universitário de Barra Mansa – UBM – 19h

London Music Club

David Chew, violoncelo | Haroutune Bedelian, violino | Russell Guyver, viola | Lorna Grifitt e Gerald Robbins, piano

VILLA-LOBOS:Bachianas Brasileiras nº 2

HAYDN: Trio em Sol menor «Cigano »

MOZART:Quarteto em Sol menor KV 478

Domingo 9 de agosto

  • Sala Cecília Meireles – 17h – Concerto de abertura do RICE 2009

Mark Kosower, violoncelo | Edna d´Oliveira, soprano | Gerald Robbins, piano | Alastair Willis, regente

Orquestra Sinfônica de Barra Mansa

VERDI: Abertura da ópera “La Forza Del Destino”

DVORAK: Concerto em Si menor op. 104 para violoncelo e orquestra

VILLA-LOBOS: 4 Canções da “Floresta do Amazonas”

RICHARD STRAUSS: Morgen (Amanhã)

RICHARD STRAUSS: Zueignung (Dedicação)

JOHAN STRAUSS: Ária “Meu caro Marquês”, da ópera “O Morcego”

GERSWHIN: Rhapsody in Blue

Segunda-feira 10 de agosto

  • Sala Cecília Meireles – 20h

Mark Kosower, violoncelo | Gerald Robbins, piano

VALENTINI: Sonata para violoncelo em Mi Maior

FAURÉ: Adágio da Sonata nº 2 em Sol menor

SCHUBERT: Sonata “Arpeggione”

TCHAIKOVSKY: Pezzo Capriccioso

BRAHMS: Sonata nº2 em Fá maior op 99

Terça-feira 11 de agosto

  • Espaço Tom Jobim Cultura e Meio Ambiente – Jardim Botânico – 17h30

Quarteto da UFF (Celebrando 25 anos)

Ana de Oliveira e Ubiratã Rodrigues, violinos| Nayran Pessanha, viola | David Chew, violoncelo

Orquestra da Grota do Surucucu

Nayran Pessanha, regente

Walter Caldas e Wagner Caldas, violinos

VILLA-LOBOS:Quarteto nº 1

TELEMANN: Suíte “D. Quixote”

VIVALDI:Concerto para Dois Violinos e Cordas op. 3 nº8

VILLA-LOBOS: Quatro Peças do “Guia Prático”

ERNST MAHLE: 1ª Suite “Viajando pelo Brasil”

  • Sala Cecília Meireles – 20h

Rosana Lamosa, soprano | Fernando Portari, tenor | Haroutune Bedelian, violino | Gerald Robbins, piano | João Carlos Assis Brasil, piano | Lorna Griffitt, piano

SCHUBERT: Sonata para violino e piano op. posth 162 D 574

MENDELSSOHN: Herbstlied, dueto para soprano e tenor

MENDELSSOHN: Gruss, dueto para soprano e tenor

LEONARD BERNSTEIN: Canções de West Side Story

VILLA LOBOS: Seleção de Canções

WALDEMAR HENRIQUE: Seleção de Canções

  • SESC Barra Mansa – 20h

Mark Kosower, violoncelo | Alastair Willis e Russell Guyver, regentes | Orquestra Sinfônica de Barra Mansa

SAMUEL BARBER: Adágio para cordas

HAYDN: Concerto em Ré Maior para violoncelo e orquestra

VILLA-LOBOS: Bachianas Brasileiras nº4

BIZET: Suite da ópera “Carmen”

Quarta-feira 12 de agosto

  • Sala Cecília Meireles – 20h

Mark Kosower, violoncelo | Alastair Willis e Russell Guyver, regentes | Orquestra Sinfônica de Barra Mansa

SAMUEL BARBER: Adágio para cordas

HAYDN: Concerto em Ré Maior para violoncelo e orquestra

VILLA-LOBOS: Bachianas Brasileiras nº4

BIZET: Suite da ópera “Carmen”

· Conservatório de Tatuí – 20h

Jaunelle Celaire, soprano | Minna Chung, violoncelo | Judith Siebert, piano | Professores e Alunos do Conservatório de Tatuí

Mariana Chew e Arthur Brandão com Carmen e Jhean Allex com Todas as Águas do mundo - bailarinos

HUGO WOLFF:

Wandre, Maria, nun wandre nur fort

Die ihr schwebet um diese Palmen

Führ mich, Kind, nach Bethlehem

Ach, des Knaben Augen sind mir

DEBUSSY: Sonata para Violoncelo e Piano

TAN DUN: Intercourse between water and fire

JOHN BUCCHINO: Sweet Dreams

JERRY BOCK: When Did I Fall in Love?

STEVEN FLAHERTY: Come Down From the Tree

JEROME KERN: Bill

IRVING BERLIN: Suppertime

CHRISTMAS LULLABY: Jason Robert Brown

LEONARD BERNSTEIN: Somewhere

JEFF BLUMENKRANTZ: I Won’t Mind

BIZET:Habanera, da ópera “Carmen” para voz e quarteto de violoncelos

THE FLESHQUARTET: Innocent

Quinta-feira 13 de agosto

  • Espaço SESC – 21h

Tributo a Villa-Lobos – 50 Anos sem o Mestre

David Chew, violoncelo | Edna d´Oliveira, soprano | Caio Cesar, violão | Gerald Robbins, piano

Luis Gustavo Torres, piano

VILLA-LOBOS

Bachianas Brasileiras nº 4

Seleção de Canções

Sertaneja

A menina e a canção

O rei mandou chamar

Veleiros

Cair da tarde

Canção do amor

Melodia Sentimental

Canto do Cisne Negro

Berceuse

Bachianas Brasileiras no 2

· Conservatório de Tatuí – 20h

Trio Montana: Natalie Padilla, violino | David Haughey, violoncelo | Chelsea Padilla, piano

Minna Rose Chung, violoncelo | Professores e Alunos do Conservatório de Tatuí

Cia Brasileira de Danças Clássicas com Concerto para Cello| In-pulso Cia de Dança com Da Capo

MENDELSSON: Trio em ré maior op.49

J.S. BACH: Suíte no. 1 BWV 1007 Prelúdio

ATREYU: This Flesh a tomb

THE FLESHQUARTET: Innocent

KOGI KONDO: Legend of Zelda Medley

APOCALYPITICA: Conclusion

METALLICA: Fade to Black

Sexta-feira 14 de agosto

  • Espaço SESC – 21h

Jaunelle Celaire, soprano | Judith Siebert, piano

Quarteto Bosisio: Mateus Ceccato, violoncelo | Paulo Bosisio e Carlos Mendes, violinos | Dhyan Toffolo, viola

ERNST MAHLE: Quarteto Brasileiro

JOAQUIN TURINA La Oración Del Torero

HUGO WOLFF:

Wandre, Maria, nun wandre nur fort

Die ihr schwebet um diese Palmen

Führ mich, Kind, nach Bethlehem

Ach, des Knaben Augen sind mir

BONDS:

You Can Tell the World

Lord I Just Can’t Keep from Cryin’

Dry Bones

He’s Got the Whole World in His Hands

JOHN BUCCHINO: Sweet Dreams
JERRY BOCK: When Did I Fall in Love?
STEVEN FLAHERTY: Come Down From the Tree
JEROME KERN: Bill
IRVING BERLIN: Suppertime
CHRISTMAS LULLABY: Jason Robert Brown
LEONARD BERNSTEIN: Somewhere
JEFF BLUMENKRANTZ: I Won’t Mind

Sábado dia 15 de agosto

  • Espaço Tom Jobim Cultura e Meio Ambiente – Jardim Botânico – 13h

CELLO DANCE

Diego Cardoso, Lars Hoefs, David Haughey, Minna Chung, violoncelos | Cecelo Frony, guitarra

Edna D`Oliveira, soprano | Silvio Sanuto, percussão | Jan Dumée, guitarra/violão

Paula Águas com Improviso, Adriana Salomão com Anotações, Jhean Allex com Todas as águas do mundo, Betina Dalcanalle com Atitude, Mônica Barbosa com Um vôo aterrissado, bailarinos

THE FLESHQUARTET: Innocent

VILLA-LOBOS: Uirapuru

CECELO FRONY: Atitude

JAN DUMÉE: Stial the Night

PROGRAMA ABERTO

Pablo Lapidusas – Piano Acústico

Rômulo Duarte – Baixo Acústico

Kim Pereira – Bateria e Percussão

Violoncelista convidado do Rio International Cello Encounter

  • Espaço SESC – 21h

Minna Rose Chung e David Haughey, violoncelos | Edna D`Oliveira e Jaunelle Celaire, sopranos | Haroutune Bedelian, violino | Judith Seibert e Gerald Robbins, piano

HANDEL: Sonata para 2 violoncelos e continuo em Fá maior HWV 405

HAYDN: Trio em Sol menor “Cigano”

MENDELSSOHN: Trio em Dó menor op. 66

MENDELSSOHN: Seleção de Canções

HANDEL: Seleções de Árias de ópera e de oratórios

Domingo 16 de agosto

  • Igreja da Candelária – 16h

Lars Hoefs, violoncelo | Guilherme Bernstein e Vantoil de Souza Junior, regentes |

Orquestra Sinfônica de Barra Mansa

SAMUEL BARBER - Adagio para Cordas

JOSEPH HAYDN - Concerto em Ré Maior para violoncelo e cordas

VILLA-LOBOS - Bachianas Brasileiras nº4 (em tributo aos 50 anos sem o mestre)

BACH/STOKOWSKI - Tocata e Fuga em Ré menor

  • Espaço SESC – 20h

“Villa e o Choro”

Claudia Ribeiro, flauta | Lars Hoefs, violoncelo | Grupo Choro na Feira |

Quarteto Carioca de Violões

VILLA-LOBOS: Seleção de obras com origem no Chôro

Segunda-feira 17 de agosto

  • Fórum da UFRJ – 19h

Armen Ksajikian, violoncelo | Martha Herr, soprano | Gerald Robbins, piano | Ensemble de violoncelos | Ernani Aguiar, regência

OBRAS NOVAS COMPOSTAS PARA O ENCONTRO EM TORNO DO VIOLONCELO

Terça-feira 18 de agosto

CELLO DANCE

  • CAIXA Cultural - Teatro Nelson Rodrigues – 19h30

David Chew, Diego Carodoso, Lars Hoefs e Minna Chung, violoncelos | Marcio Sanches, violino | Evan Metral, Gerald Robbins, Pablo Lapidusas, piano

Focus Cia de Dança com Um a Um e O palhaço e a bailarina, Raça Cia de Dança de São Paulo com Tango Sob Dois Olhares, Betina Dalcanalle e Mônica Barbosa-Projeto MoBe com Dois e Jhean Allex-In-Pulso Cia de Dança com Todas as águas do mundo, companhias

J.S BACH: Contrapunctus I de A Arte da Fuga, Adágio da Sonata para violoncelo e piano no. 2 em Ré Maior, BWV 1028, Prelúdio da Suíte para violoncelo solo no. 6 em Ré Maior BWV 1012, Andante da Sonata para violoncelo e piano no. 1 em Sol Maior , BWV 1027

RACHMANINOV: Sonata para violoncelo e piano em Sol menor (Andante)

VILLA-LOBOS: Bachianas Brasileiras no 2

THE FLESHQUARTET: Innocent

A.PIAZZOLLA – Regreso al Amor e Chant et Fugue

C.GARDEL – Por una Cabeza

Quarta-feira 19 de agosto

CELLO DANCE

  • CAIXA Cultural - Teatro Nelson Rodrigues – 19h30

David Chew, Diego Carodoso, Lars Hoefs e Minna Chung, violoncelos | Marcio Sanches, violino |

Evan Metral e Pablo Lapidusas, piano | José Staneck, harmônica | Bruce Henri, contrabaixo

Lavinia Bizzotto com Na dobra do tempo, Focus Cia de Dança com O palhaço e a bailarina, Raça Cia de Dança de São Paulo com Tango Sob Dois Olhares, Betina Dalcanalle e Mônica Barbosa-Projeto MoBe com Dois, IV Ato Cia de Dança (Bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro) com Em Três Formas

RACHMANINOV: Sonata para cello e piano em Sol menor (Andante)

VILLA-LOBOS: Bachianas Brasileiras no 2

THE FLESHQUARTET: Innocent

A.PIAZZOLLA – Regreso al Amor e Chant et Fugue

C.GARDEL – Por una Cabeza

BRUCE HENRI: Na dobra do Tempo

· Conservatório de Tatuí – 20h

Haroutune Bedelian, violino

J. S. BACH: Partitas e Sonatas para violino solo

  • Sala Cecília Meireles – 20h

Armen Ksajikian, violoncelo | Guilherme Bernstein e Vantoil de Souza Junior, regentes

Orquestra Sinfonica de Barra Mansa

GRIEG: Suite Holberg

DVORAK: Concerto para Violoncelo e Orquestra

TCHAIKOVSKI: Suíte do balé “A Bela Adormecida”

VILLA-LOBOS: Choros nº 6

Quinta-feira 20 de agosto

  • Sala Cecília Meireles – 17h

Rachel Lee, violino | Diego Cardoso, violoncelo | Gerald Robbins, piano

STRAVINSKI: Suíte Italiana

HAYDN: Trio em Sol menor “Cigano”

FRANCK: Sonata em Lá Maior

CELLO DANCE

  • CAIXA Cultural - Teatro Nelson Rodrigues – 19h30

Haroutune Bedelian, violino | Lars Hoefs e Minna Chung, violoncelos | Daniel Levin, piano

Focus Cia de Dança - AO VIVO (Interpret., Um a Um e Strong Strings)

OBRAS DE J.S. BACH:

Sonata no 1 em Sol Maior BWV 1027 (Andante, Contrapunctus 1)

Suite no 6 em Ré Maior (Sarabanda)

Sonata no 2 em Ré Maior BWV 1028 (Adagio)

Sonata no 2 em Ré Maior BWV 1028 (Andante)

Suite no 6 em Ré Maior BWV 1012 (Preludio)

Chaconne para violino solo

OBRAS DE NIRVANA:

Lithiium

Smells like teen spirits

Something in the way

Come as you are

  • Sala Cecília Meireles – 20h

“Darwin e Chopin”

Homenagem aos 200 anos do cientista britânico, cuja esposa era pianista e foi aluna de Chopin. Darwin e ela viveram no Rio de Janeiro por 6 meses durante suas viagens de pesquisa.

Diego Cardoso, violoncelo | Gerald Robbins, Evan Metral, Luis Gustavo Torres, piano

Obras de Chopin e contemporâneos

  • Espaço SESC – 21h

Trio Montana

David Haughey, violoncelo | Natalie Padilla, violino | Chelsea Padilla, piano

Mendelssohn: Trio em Ré Maior o. 49

Bluegrass

Gigas irlandesas

· Conservatório de Tatuí – Concha Acústica – 20h

Armen Ksajikian, violoncelo | Guilherme Bernstein e Vantoil de Souza Junior, regentes | Orquestra Sinfônica de Barra Mansa

VERDI: Abertura “La Forza Del Destino”

DVORAK: Concerto para Violoncelo e Orquestra

TCHAIKOVSKI: Suíte do balé “A Bela Adormecida”

VILLA-LOBOS: Choros nº 6

Sexta-feira 21 de agosto

· Conservatório de Tatuí – 13h

Armen Ksajikian, violoncelo | Miriam Braga, piano

Danças do Mundo

CELLO DANCE

  • Metrô Rio - 12h30

Estação à confirmar através do site www.riocello.com

  • CAIXA Cultural - Teatro Nelson Rodrigues – 19h30

Haroutune Bedelian, violino | Diego Cardoso e Minna Chung, violoncelos | Evan Metral piano

Focus Cia de Dança - AO VIVO (Interpret., Um a Um e Strong Strings)

OBRAS DE J.S. BACH:

Sonata no 1 em Sol Maior BWV 1027 (Andante, Contrapunctus 1)

Suite no 6 em Ré Maior (Sarabanda)

Sonata no 2 em Ré Maior BWV 1028 (Adagio)

Sonata no 2 em Ré Maior BWV 1028 (Andante)

Suite no 6 em Ré Maior BWV 1012 (Preludio)

Chaconne para violino solo

OBRAS DE NIRVANA:

Lithiium

Smells like teen spirits

Something in the way

Come as you are

  • Espaço SESC – 21h

Cello, Pop, Jazz e MPB

Jan Dumée, violão e guitarra | Victor Biglione, violão e guitarra | Mauro Senise, sax e flauta

Gilson Perannzzetta, piano | Ensemble de Violoncelos

Obras de Jan Dumée, Gilson Peranzzetta, entre outros

Sábado 22 de agosto

  • Espaço Tom Jobim Cultura e Meio Ambiente– Jardim Botânico – 12h

Ednéia de Oliveira, mezzo-soprano | Armen Ksajikian, violoncelo | Guilherme Bernstein e Vantoil de Souza Junior, regentes | Orquestra Sinfônica de Barra Mansa

VILLA-LOBOS: Bachianas Brasileiras nº 4

DVORAK: Concerto para Violoncelo e Orquestra

BIZET: Prelúdio e árias da “Carmen”

VILLA-LOBOS: Choros nº6

CELLO DANCE

  • CAIXA Cultural - Teatro Nelson Rodrigues – 19h30

Diego Cardoso, Lars Hoefs e Minna Chung, violoncelos

Adriana Salomão com Anotações, Bettina Dalcanale com Atitude, Mônica Barbosa com Um vôo aterrissado, Focus Cia de Dança com Uma a Um, Cia Nós da Dança com Cirandas Cirandinhas - companhias

OBRAS DE VILLA-LOBOS:

Carneirinho Carneirão

Passa-passa gavião

Nesta rua nesta rua

Adeus Bela Morena

Terezinha de Jesus e O Cravo

OBRAS DE NIRVANA:

Lithiium

Smells like teen spirits

Something in the way

Come as you are

CECELO FRONY: Atitude

JAN DUMÉE: Stial the Night

  • Espaço SESC – 21h

CELLO ROMÂNTICO

Rudá Alves, violino | Diego Felipe, violoncelo | Armen Ksajikian, violoncelo | Evan Metral e Luis Gustavo Torres, piano

SCHUMANN – Adágio e allegro para violoncelo e piano op. 70

RACHMANINOV - Sonata para violoncelo e piano

FAURÉ - Elegia para cello e piano

RACHMANINOV - Trio Elegíaco (1892)

Domingo dia 23 de agosto

  • Igreja da Candelária – 16h

OS 8 VIOLONCELOS DE TURIM

Giulio Arpinati, Massimo Barrera, Alberto Capellaro, Umberto Clerici, Fabrice De Donatis, Paola Perardi, Claudia Ravetto, Manuel Zigante, violoncelos

SCOTT JOPLIN: “Scott Joplin’s New Rag” - Allegro Moderato

GABRIEL FAURÈ: Elegiè op. 24 – solista Umberto Clerici

TOM WAITS: Little Drop of Poison (para 5 cellos)

DAVID. POPPER: Polonaise e Concert op. 14 (para 4 cellos)

GIUSEPPE VERDI: Sinfonia dal “Nabucco” – arr. de A. Murgia

GEORGES SOLLIMA: "Violoncelles Vibrez!" - solistas Paola Perardi, Umberto Clerici

L. E. BACALOV "Il postino" arr. de Alessio Murgia

NICOLA PIOVANI: "La vita è bella" arr. de A. Murgia

ELMER BERNSTEIN: "I magnifici sette" arr. de A. Murgia

CELLO DANCE

  • CAIXA Cultural - Teatro Nelson Rodrigues – 19h30

Quarteto de Violoncelos e Quarteto de Cordas | Daniel Levin, piano | Silvio Sanuto, percussão

Bruce Henri, contrabaixo

Paula Águas com Improviso, Lavínia Bizzotto com Na dobra do tempo, Focus Cia de Dança com Strong Strings, Cia Nós da Dança com Cirandas Cirandinha - companhias

VILLA-LOBOS: Carneirinho Carneirão, Passa-passa gavião, Nesta rua nesta rua, Adeus Bela Morena Terezinha de Jesus e O Cravo

NIRVANA: Lithium, Smells like teen spirits, Something in the way e Come as you are

BRUCE HENRI: Na Dobra do Tempo

  • Espaço SESC – 20h

CELLO JAM

Diversos artistas

Programa anunciado na hora

Segunda-feira 24 de agosto

Sala Cecília Meireles – 19h

Violoncelada – Encerramento do RICE 2009

Rachel Lee, violino | Trio Montana | Os 8 violoncelos de Turim | Ensemble de Violoncelos

Pianistas e solistas do Rice | Bailarinos do Cello Dance

Obras de Villa-Lobos, Chopin, Gershwin, Jobim, Bizet entre outros

LOCAIS

Sala Cecília Meireles

Largo da Lapa, 47- Lapa- Rio de Janeiro- RJ (21) 2224-4291

Capacidade 835 lugares

Estacionamento pago ao lado da Sala

Distribuição de senha a partir das 13h

Espaço SESC

Rua Domingos Ferreira, 160- Copacabana- Rio de Janeiro - RJ (21) 2548-1088

Capacidade 242 lugares

Distribuição de senha 1 hora antes

CAIXA Cultura - Teatro Nelson Rodrigues

Av. República Chile, 230 – Centro- Rio de Janeiro– RJ (21) 2262-8152

Capacidade 388 lugares

Distribuição de senha 1 hora antes

SESC Barra Mansa

Rua Tenente José Eduardo, 560- Barra Mansa - RJ (24) 3322-1352

Capacidade 200 lugares

Distribuição de senha 1 hora antes

SESC Santana

Av. Luís Dumond Villares, 579 – São Paulo - SP (11) 6971-8700

Capacidade 385

Distribuição de senha 1 hora antes

Espaço Tom Jobim Cultura e Meio Ambiente

Rua Jardim Botânico, 1008- Jardim Botânico- Rio de Janeiro - RJ (21) 22747012

Capacidade 500 lugares

Distribuição de senha 1 hora antes

Igreja da Candelária

Praça Pio X, Centro- RJ (21) 2233-2324

Capacidade 650 lugares

Abertura do salão 1 hora antes

Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ

Av. Pasteur, 250/ 2º andar- Urca- Rio de Janeiro - RJ (21) 2295-1595

Capacidade 170 lugares

Abertura do salão 30minutos antes

Conservatório de Tatuí

Rua São Bento, 415- Centro- Tatuí/SP - RJ (15) 3251-4573

Capacidade 406

Distribuição de senha 1 hora antes

EQUIPE

Fundador | Direção Geral e Artística - David Chew
Direção Executiva e Artística - André Oliveira


Direção de Produção - Mariana Chew

Coordenação de Produção - Tatiana Garcias
Produção Artística Tatuí – Miriam Braga

Coordenação Técnica - Marcelo Andriotti

Gerente de Logística - Andréa Portinari

Ensaios e Partituras – David Ashbridge

Assistentes de Produção - Rafael D´Ávila | Ivana Fontenelle | Fábio Silveira | Roberto Rossi | Carolina Dessandre | Carolina Chew

Assistente de Master Classes – Márcia Cardoso
Assistentes de Logística -
Pedro Augusto | Maria Fernanda

Assessoria de Imprensa – Victor Gomide e Catharina Rocha

Ilustração - Carolina Chew
Programação Visual - CV Design

Web Design – Bravo Media

Release e Programação Completa Rio International Cello Encounter 2009

Celebramos 15 anos ininterruptos de concertos e master classes, agora comandados por Sir David, como voce ja deve saber. Com a perda do patrocinio da Petrobras e a diminuição das verbas do SESC Rio, será um enorme esforço realizarmos os 35 eventos da programação, mas temos muitos bons momentos para todo o tipo de publico.
Os destaques do ano sao Villa, Mendelssohn, Handel, Haydn e Charles Darwin, que morou por quase 1 ano no Rio, em Botafogo. Tambem expandimos a seção Cello Dance, com obras desde Bach até o Rock, interpretadas por musicos e diversos bailarinos e cias de Danças como a Focus e o Raça (este ultimo de SP).
Entre os solistas destaques internacionais estao os violoncelistas Mark Kosower (principal da Sinfonica de Bamberg), Armen Ksajikian (Hollywood Bowl), Minna Chung (Universidade de Manitoba). A violinista americana Rachel Lee, de 21 anos, é a nova aposta do RICE e dará um recital de virtuosos na SCM em 20 de agosto, com o pianista Gerald Robbins. Entre as estrelas brasileiras estao os cantores Edna d´Oliveira, Fernando Portari, Rosana Lamosa, Homero Velho e Edneia de Oliveira, o Quarteto da UFF, que celebra 25 anos de atividades, e o jovem cellista paraense Diego Cardoso, que começou nas master classes do RICE ainda menino, e que esta se formando no Conservatorio de Lyon.
A OS Barra Mansa se prepara para ser uma especie de orquestra residente do RICE 2009 com 7 concertos, apresentando-se com 4 maestros e 4 solistas diferentes e, entre eles o ingles Russell Guyver (Samuel Barber e Haydn), o americano Alastair Willis (Verdi, Dvorak, R. Strauss, Bachianas Brasileiras nº4), alem dos titulares Guilherme Bernstein e Vantoil de Souza Junior (Choros 6, Bela Adormecida, Samuel Barber, Verdi, Trechos da Carmen etc.), em palcos diferentes como a SCM, Candelária, Conservatorio de Tatuí e Espaço Tom Jobim.
O site esta no ar em www.riocello.com

7° Encontro Sul-Brasileiro de Corais Universitários‏

29 de agosto de 2009 em Chapecó/SC

Coro de Câmara UFSM (Santa Maria/RS)

Regente: Marcio Buzatto

Coro da URI - Erechim (Erechim/RS)

Regente: Marcio Buzatto

Coral FURB (Blumenau/SC)

Regente: Eusébio Kohler

Coral UNIVILLE (Joinvile/SC)

Regente: Mário Klemann

Grupo Vocal da UNIVALI (Itajaí/SC)

Trupe Vocal Entrei pelo Canto

Coral da URI - Frederico Westphalen/RS

Regente: Artêmio Tibola

Coral UPF (Passo Fundo/RS)

Regente: Fernado Montini

Coral Campos de Palmas (Palmas/PR)

Regente: Adimovam Picolo

Coral UNOCHAPECÓ (Chapecó/SC)

Regente: Ederson Vieira

Data: 29 de agosto de 2009 (sábado)

Hora: 19h30min

Local: Centro Eventos Plínio Arlindo de Nês (Av. Assis Brasil-20, Centro. Chapecó/SC)

Entrada franca

Realização: UNOCHAPECÓ

Patrocínio: Caixa e Supermercado Celeiro, Funcultural, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte

Apoio: Fundação Cultural Chapecó e Estúdio Chama

O Coral UNOCHAPECÓ, desde sua fundação, em 1998, colabora através de suas atividades para estimular a produção e difusão da cultura, envolvendo a comunidade acadêmica da UNOCHAPECÓ, bem como a comunidade externa.

Neste contexto, é através da realização do Encontro Sul-Brasileiro de Corais que (a UNOCHAPECÓ) busca socializar e estimular a pesquisa técnico-vocal desenvolvida nos grupos universitários. Todos os corais participantes apresentam-se para públicos variados em diferentes locais de Chapecó, socializando também seu saber, sem caráter competitivo. Isto estimula a troca de experiências entre os grupos corais, aproximando coralistas e regentes, criando uma nova rede de conhecimento que se expande na medida em que ambos tomam consciência do seu papel, enquanto agentes que participam de uma instituição que tem papel social cultural. A troca de informações, músicas e convivência, trás respeito ao esforço que cada um faz no seu dia-a-dia para participar da aprendizagem do canto.

A relevância deste evento se deve à participação somente de grupos universitários, sem fins classificatórios ou eliminatórios (como ocorre em festivais), promovendo várias apresentações num mesmo dia e estimulando a integração entre os participantes. Isso tudo oportuniza a valorização da qualidade acadêmica, a produção e a divulgação de conhecimento artístico cultural, tornando mais significativa a experiência estética vivenciada pelos universitários e pelo público em geral.

O exercício do canto coral propicia a ampliação das relações sociais através do estímulo ao autoconhecimento do coralista, bem como deste com os outros e com a comunidade sócio-cultural na qual se insere. Os conhecimentos adquiridos na prática vocal, tais como o autocontrole, a auto-estima, a comunicação com o outro, o enfrentamento de platéia são transferidos para outras situações de vida, sendo uma delas o exercício da sua profissão. A prática do canto coral revela-se então como um elemento importante para o desenvolvimento social do ser humano e que se expande para diferentes áreas do conhecimento.

O público que acessa este evento é de aproximadamente 4.000 pessoas (incluindo todas as apresentações), envolvendo 250 cantores, 9 regentes de diferentes universidades, compreendendo os três estados da região Sul, estimulando a formação de platéia, a socialização e pesquisa do canto coral, e a memória destes grupos através do registro audiovisual destas apresentações. Isto porque os grupos universitários modificam-se a cada ano, de acordo com a mobilidade natural de acadêmicos na vida universitária.

Wagner escreveu sinfonias, sim

Alysson Dinoá escreveu me informando que Wagner escreveu duas sinfonias na juventude, mas mesmo assim compartilho do mesmo palpite dele (escreveram "na doida"):

***

Mas signore, dessa vez eu tenho de sair em defesa de J.A. [João Alberto, colunista do DP] (embora eu creia que a nota tenha sido "no chute"): Wagner escreveu duas sinfonias na juventude, uma em Dó maior (WWV 29, na catalogação), e outra em Mi maior (WWV 35)... e há gravações, inclusive. :)

http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_compositions_by_Richard_Wagner

***
http://www.amazon.com/Wagner-Symphony-C-Siegfried-Idyll-Richard/dp/B00002DG4Z

Será essa a que a Sinfônica vai tocar? hehehe...

"Banda, orquestra... é tudo sinfônica"

Boa justificativa para o erro da foto na matéria abaixo, da Folha, sobre a Banda Sinfônica: botaram uma da Orquestra Sinfônica, com Osman Gioia regendo...

Banda Sinfônica homenageia Villa-Lobos

29/07/2009

Apresentação será hoje no Teatro do Parque

Considerada a obra responsável pela popularidade mundial de Heitor Villa-Lobos, a “Ária das Bachianas Brasileiras n° 5” é uma das músicas que compõem o repertório do IV Concerto Oficial da Banda Sinfônica da Cidade do Recife, às 20h de hoje, no Teatro do Parque, no início da temporada 2009.

A inclusão da obra no repertório é uma homenagem a Villa-Lobos, falecido no Rio de Janeiro em novembro de 1959. No concerto oficial de agosto, a Banda Sinfônica continuará o ciclo de homenagens ao artista, considerado um revolucionário da criação musical no Brasil e um dos maiores compositores das Américas no século XX.

Com regência do maestro Nenéu Liberalquino, o concerto também homenageia o trombonista Raul de Souza, que faleceu mês passado, executando uma de suas mais famosas composições: “Na Glória”, parceria com Ary dos Santos. A música terá solo de trombone de Nilsinho Amarante, integrante da Banda Sinfônica e líder do grupo A Trombonada.

O concerto dá continuidade à divulgação das vencedoras da mais recente edição do Concurso de Música Carnavalesca Pernambucana, organizado pela Prefeitura do Recife. Será apresentada, com participação especial da cantora Edilza Ayres, a composição campeã na categoria maracatu: “Onde Mora o Mar”, de Roberto Cruz e Dulce Carvalho.

Outras obras do repertório são: “Abertura da Ópera as Bodas de Fígaro’ (Wolfgang Amadeus Mozart); “Folhas Secas” (Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito); “Guerra nas Estrelas” - Episódio III (John Williams); e o medley Big Band Tribute, composto pelas seguintes músicas: “Let’s Dance” (Gregory Stone - Joseph Bonine); “A String of Pearls” (Jerry Gray); “Satin Doll” (Duke Ellington); “Blue Flame” (James Noble - Joe Bishop); e “April in Paris” (Vernon Duke).

Serviço
IV Concerto Oficial da Banda Sinfônica da Cidade do Recife - Homenagem a Villa-Lobos
Hoje, às 20h
Teatro do Parque
Entrada franca

João Alberto

O maestro Cussy de Almeida é um exímio apreciador de bons vinhos.

PS.: E...?

Banda Sinfônica celebra Villa-Lobos

Sob o comando do regente Nenéu Liberalquino, a Banda Sinfônica Cidade do Recife inicia hoje uma série de homenagens a Heitor Villa-Lobos. O concerto, às 20h, no Teatro do Parque, inclui a composição Na Glória, de Raul de Souza, falecido no mês passado. A música foi feita em parceria com Ary dos Santos. Edilza Ayres também faz uma participação, cantando Onde mora o mar, de Roberto Cruz e Dulce Carvalho. Entrada gratuita.

Jazz perde pianista George Russell

São Paulo - Morreu na segunda-feira em Boston, Estados Unidos, aos 86 anos, o mais influente nome da vanguarda jazzística no século 20, o pianista e maestro George Russell. Russell sofria do Mal de Alzheimer e morreu de complicações decorrentes da doença. Tão importante músico quanto teórico, Russell trabalhou com todas as grandes revoluções de sua época, do jazz free ao atonal, do jazz rock aos poliritmos africanos. Russell foi indicado três vezes ao Grammy, e ganhou o American Music Award e o British Jazz Award, entre outros inúmeros prêmios. É tido como um renovador que deu combustível novo tanto ao cool jazz quanto ao jazz west coast, o estilo desenvolvido na Califórnia por músicos brancos.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Inscrições abertas para a Mimo

Publicado em 28.07.2009

Os interessados na etapa educativa da 6ª Mostra Internacional de Música em Olinda (Mimo) têm até o dia 5 de agosto para se inscrever. O maestro Isaac Karabtchevsky está à frente do curso de regência, com a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa como residente. O pianista Luiz de Moura Castro e integrantes do St. Petersburg String Quartet (RUS) e do Art Metal Quinteto conduzem master classes. Na prática de conjunto e música de câmara da oficina de formação de orquestra (que neste ano tem como compositor residente o Maestro Duda), estão Adelmo Arcoverde, Antonio Augusto, Elione Medeiros, João Luiz Areias, Marco César, Nayran Pessanha e Rodrigo Foti. Também há workshops e a Mimo para iniciantes. As inscrições são feitas pelo site (www.mimo.art.br), onde há detalhes sobre cada atividade. A lista de aprovados será divulgada a partir do dia 15 de agosto. A Mimo acontece entre os dias 1º e 7 de setembro.

Dança perde Merce Cunningham

Publicado em 28.07.2009

O coreógrafo americano Merce Cunningham morreu domingo à noite aos 90 anos, em Nova Iorque, de causas naturais, segundo comunicado divulgado pela Merce Cunninhgam Dance Company. Um dos grandes nomes da dança do século 20, ele influenciou cineastas, diretores e coreógrafos no mundo todo. Suas realizações não estão ligadas apenas ao estilo ou ao grande volume de trabalhos desenvolvidos (cerca de 200), mas também à criação de métodos de trabalho que produziram novas formas de movimento.

“Merce foi um artista de estilo próprio e o mais gentil dos gênios. Nós perdemos um grande homem e um grande artista, mas celebramos sua vida extraordinária”, afirmou Judith Fishman, que administra a fundação que leva o nome do coreógrafo.

Merce Cunningham nasceu em Centralia, Washington, onde começou a estudar dança. Iniciou sua carreira como bailarino e, de 1939 a 1945, atuou como solista na companhia de Martha Graham. Em 1953 fundou sua própria companhia. O coreógrafo manteve uma parceria na vida pessoal e profissional com o compositor John Cage, lançado por ele e o principal compositor experimental nascido nos EUA, John Cage (1912-1992). Os dois se conheceram quando Cunningham ainda estudava na Cornish School of Performing and Visual Arts de Seattle, onde Cage tocava como pianista acompanhante e o coreógrafo ainda aprendia a técnica da coreógrafa Martha Graham.

Cage foi muito importante na vida e na carreira de Cunningham. Ambos tinham certa reserva ao derramado emocionalismo de Martha Graham. O coreógrafo queria descobrir o que era, de fato, o movimento, qual a autonomia da dança em relação à música. Cage, igualmente rebelde, não queria subordinar suas composições a gestos expressionistas ou apenas ilustrar piruetas. Ambos sabiam que a dança era muito mais. Queriam trazer para o palco todas as artes, da performance à pintura, passando pelo cinema.

Cunningham revelou para o mundo artistas como os pintores Robert Rauschenberg, seu principal colaborador visual, até 1964, e Jasper Johns, um dos principais representantes da arte pop e hoje, aos 79 anos, considerado o maior pintor vivo norte-americano. Além dos nomes já citados, Cunningham teve como colaboradores cineastas como Stan van der Brook e Charles Atlas.

Mesmo nos últimos anos, Cunningham continuou a abraçar novas ideias. Em 2006, no espetáculo eyeSpace, o público recebia na entrada iPods com diversas opções de trilha sonora e podia escolher a que quisesse ouvir para assistir à apresentação. Em 2003, na estreia de Split sides, as bandas Radiohead e Icelandic Band Sigur Ros fizeram performances ao vivo.

O coreógrafo também lançou mão da tecnologia em suas criações. Na década de 60, passou a usar uma câmera para captar movimentos. Nos anos 80, desenvolveu um software, chamado LifeForms, que criava movimentos e combinações de passos que foi incorporado ao seu processo criativo a partir de 1991.

Até 1989, quando chegou aos 70 anos, Cunningham aparecia em todas as performances de sua companhia. Em 1989, aos 80 anos, dançou um dueto com Mikhail Baryshnikov no New York State Theater. Aos 90 anos, coreografou Nearly 90 (Quase 90) no Brooklyn Academy of Music este ano. Disse que continuava a criar a dança em sua mente. Nos últimos anos, ele vivia em uma cadeira de rodas.

“Você precisa amar a dança para aderir a ela. Ela não lhe dá nada de volta, nem manuscritos para guardar, nem telas para exibir nas paredes e talvez pendurar em museus, nem poemas para serem impressos e vendidos, nada além daquele único movimento fugaz quando você se sente vivo”, disse.

No mês passado Cunningham divulgou um plano para a administração de suas coreografias e o futuro de sua companhia após sua morte. De acordo com o plano, a companhia deverá fazer uma turnê de dois anos e, então, se separar. O Merce Cunningham Trust, que faz o papel de administrador, terá o controle de todas as coreografias dele com o propósito de licenciá-las.

Rauschenberg criou cenários incríveis para coreografias de Cunningham, entre eles os painéis pintados de Minutiae (1954), que eram transportados numa Kombi nas turnês pelos EUA e que foram parar em Paris, comprados por um colecionador na Suíça. Cunningham, irônico, riu quando soube da transação. Coube, porém, a Jasper Johns a tarefa de traduzir para o palco a mais difícil obra do artista conceitual Marcel Duchamp (1887-1968), o Grande Vidro, sete gigantescas estruturas infláveis reproduzindo imagens dessa peça hoje pertencente ao Museu da Filadélfia. Cunningham não pararia de usar infláveis. No mesmo anoviu uns travesseiros do pop Andy Warhol, que virariam ainstalação de nuvens prateadas do cenário de Rain Forest (1968).

Dia a Dia

O maestro Lúcio Azevedo será o diretor musical da etapa regional do projeto Sesi de música, em setembro.

Merce Cunningham explodiu fronteiras da dança

Coreógrafo, que morreu domingo aos 90 anos, juntou todas as artes no palco, da pintura ao cinema

São Paulo - Se Merce Cunningham (1919-2009), morto na noite de domingo, de causas naturais, em Nova York, tivesse apenas revolucionado a dança moderna como o coreógrafo que descentralizou o espaço do palco, subvertendo a perspectiva renascentista, já estaria de bom tamanho.

Cunningham nunca parou de experimentar todas as possibilidades da arte. Foto: Mark Seliger/Divulgação
No entanto, Cunningham fez muito mais. Revelou para o mundo artistas como os pintores Robert Rauschenberg e Jasper Johns, além de ter lançado aquele que é considerado o principal compositor experimental nascido nos EUA, John Cage (1912-1992), seu companheiro por muitos anos. Os dois se conheceram quando Cunningham ainda estudava na Cornish School of Performing and Visual Arts de Seattle, onde Cage tocava como pianista acompanhante e o coreógrafo ainda aprendia a técnica da coreógrafa Martha Graham, antes que ela o convidassem para integrar a sua companhia de dança.

Cage foi muito importante na vida e na carreira de Cunningham. O coreógrafo queria descobrir o que era, de fato, o movimento, qual a autonomia da dança em relação à música. Cage, igualmente rebelde, não queria subordinar suas composições a gestos expressionistas ou apenas ilustrar piruetas. Ambos sabiam que a dança era muito mais. Queriam, enfim, trazer para o palco todas as artes, da performance à pintura, passando pelo cinema. E foi isso que fizeram.

O primeiro grande colaborador visual de Cunningham foi Rauschenberg (1925-2008), que se tornou o primeiro conselheiro artístico de sua companhia em 1954, posição mantida até 1964. Em 1967, assumiu seu posto Jasper Johns, um dos principais representantes da arte pop e hoje, aos 79 anos, considerado o maior pintor vivo norte-americano. Os dois trabalharam com Cunningham no período mais criativo da companhia - e do mais rico da cultura norte-americana, que via nascer não só a arte pop como os movimentos de contracultura, o novo cinema de Scorsese, Coppola, Cassavetes e cia.

Essa história começou, porém, no verão de 1953, quando Cunningham e Cage foram convidados para dar aulas no Black Mountain College, uma espécie de Bauhaus norte-americana onde os professores eram arquitetos como Buckminster Fuller e pintores como Josef Albers - além de outros artistas de diferentes tendências como Willem de Kooning e Rauschenberg. O clima cultural da época contribuiu. Rauschenberg levou para o palco pneus velhos, pilhas de jornais e suas collage, obrigando os dançarinos de Cunningham a interagir com a sucata. Cage, então já fascinado pelo I Ching, convenceu Cunningham a tentar coreografias baseadas em números randômicos. O aleatório foi, então, incorporado à dança na mesma época em que Cage passou a usar os hexagramas do oráculo chinês para compor, integrando som ambiente e música.

Rauschenberg criou cenários incríveis para coreografias de Cunningham, entre eles os painéis pintados de Minutiae (1954) e um conjunto de caixas brancas para Noturnos (1955). Coube, porém, a Jasper Johns a tarefa de traduzir para o palco a mais difícil obra de Marcel Duchamp (1887-1968), o Grande vidro, sete gigantescas estruturas infláveis reproduzindo imagens dessa peça hojepertencente ao Museu da Filadélfia. A obra original é constituída por dois painéis de vidros emoldurados em alumínio, em que a parte superior se contrapõe à inferior como a natureza feminina à masculina. Johns assumiu a tarefa de traduzir o hermético Duchamp e, dois dias antes da estreia de Walkaround time (1968), quase desistiu, alegando que a estrutura iria desabar sobre os bailarinos.

Outros cenários utilizados pela companhia de Cunningham viraram obras de arte disputadas pelo mercado. Os painéis de Rauschenberg usados em Minutiae foram parar em Paris, comprados por um colecionador na Suíça. Cunningham, irônico, riu quando soube da transação. Não parou de experimentar até a sua morte. Anteontem, para azar da dança.


Depoimento de Gícia Amorim

" Fui aluna da Cunningham Dance Foundation desde 1993, quando passei um ano como bolsista do International Program, em Nova York. Considero sua morte uma grande perda para a dança mundial. Merce Cunningham era uma pessoa à frente de seu tempo. Um visionário e, enquanto ele vivesse, é possível que estivesse experimentando coisas novas, tentando romper fronteiras. Voltei a ter aulas nos Estados Unidos de 1995 até 2001, chegando a ficar períodos de dois até quatro meses na instituição.

Ele era um professor bastante exigente, mas que não perdia a fleuma em nenhum momento. Era muito respeitoso, não ficava histérico. Tinha as inquietações dele, mas era um homem calmo, tranquilo. Quando não concordava com algum movimento, sugeria um outro caminho.

Pude ter um contato mais próximo com Cunningham ao ser uma das 12 selecionadas para um curso de composição coreográfica (nas outras aulas, mais de 30 alunos costumavam estar na sala). Foi aí que comecei a entender melhor as ideias do Cunningham, que são muito complexas e exigem bastante do corpo e da mente do bailarino. Moro e trabalho em São Paulo há vinte anos e tenho onze obras coreográficas lançadas, onde mesclo minha pesquisa autoral com o legado de Cunningham.

Fiquei sabendo que ele estava adoentado há duas semanas. Ele foi muito previdente, organizado e deixou o Legacy Plan, detalhando o planejamento de uma grande turnê mundial e os rumos que vai tomar a sua companhia de dança."

Gícia Amorim, coreógrafa e bailarina pernambucana, e uma das profissionais no Brasil que fez um mergulho mais aprofundado na obra do mestre

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Recitais com Gisele Diniz dias 27 e 28 de julho

Recital Duo Lachrimae

Duo Lachriame estará se apresentando na "Série Música no Fórum" no Fórum de Ciencia e Cultura da UFRJ, a apresentação contará tambem com a presença do violonista Miguel de Laquilla e do trio de violoes Cimino.

Série Música no Fórum
Duo Lachrimae (Gisele Diniz, soprano - Jorge Santos, violão)
Trio Cimino (violões)
Miguel de Laquila (violão)
Data: Segunda, 27.07.2009 as 19h
Local: Forum de Ciencia e Cultura da UFRJ


Av. Pasteur, 250, Urca - Rio de Janeiro

Programa: Marcos Lucas, Britten, Rossini, Turina.

Entrada Franca

http://www.forum.ufrj.br/




Recital de Canto e Piano.

Recital de Canto e Piano com o duo Gisele Diniz [Soprano] e Mirka da Pieva [Piano].
Participação especial de Jorge Santos [Violão solo].
Data: 28/07/2009 as 19:00h.
Local: Sala Villa-Lobos, UNIRIO. Av. Pasteur 436- Urca- RJ.


Obras de L. Fernandez, H. Villa-Lobos, Carlos Gomes, Claudio Santoro, A. Schoenberg, Morzart, F. Tarrega, L. Brower, C. Senna e Barrios.

Entrada Franca.

Info:
www.myspace.com/giselediniz

IV Concerto Oficial da BSCR

Banda Sinfônica inicia homenagens a Villa-Lobos pelos 50 anos de sua morte

O trombonista Raul de Barros é outro homenageado no concerto desta quarta-feira (29/07), que dá continuidade à divulgação das vencedoras do Concurso de Música Carnavalesca, com participação especial da cantora Edilza Ayres


Considerada a obra responsável pela popularidade mundial de Heitor Villa-Lobos, a Ária das Bachianas Brasileiras nº 5 é uma das músicas que compõem o repertório do IV Concerto Oficial – Temporada 2009 da Banda Sinfônica da Cidade do Recife, às 20h desta quarta-feira 29 de julho, no Teatro do Parque, com acesso gratuito ao público.

A inclusão da obra no repertório é uma homenagem a Villa-Lobos, falecido no Rio de Janeiro em novembro de 1959. No concerto oficial de agosto, a Banda Sinfônica continuará o ciclo de homenagens ao artista, considerado um revolucionário da criação musical no Brasil e um dos maiores compositores das Américas no século XX.

Com regência do maestro Nenéu Liberalquino, o concerto também homenageia o trombonista Raul de Souza, que faleceu mês passado, executando uma de suas mais famosas composições: Na Glória, parceria com Ary dos Santos. A música terá solo de trombone de Nilsinho Amarante, integrante da Banda Sinfônica e líder do grupo A Trombonada.

O concerto dá continuidade à divulgação das vencedoras da mais recente edição do Concurso de Música Carnavalesca Pernambucana, organizado pela Prefeitura do Recife. Será apresentada, com participação especial da cantora Edilza Ayres, a composição campeã na categoria maracatu: Onde Mora o Mar, de Roberto Cruz e Dulce Carvalho.

Outras obras do repertório são: Abertura da Ópera as Bodas de Fígaro (Wolfgang Amadeus Mozart); Folhas Secas (Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito); Guerra nas Estrelas – Episódio III (John Williams); e o medley Big Band Tribute, composto pelas seguintes músicas: Let’s Dance (Gregory Stone – Joseph Bonine); A String of Pearls (Jerry Gray); Satin Doll (Duke Ellington); Blue Flame (James Noble – Joe Bishop); e April in Paris (Vernon Duke).

Aberto ao público

Mais informações: Nenéu Liberalquino
(9977.7814/ 3232.1554 – sede da Banda Sinfônica)

Recital com Isaac Duarte

Aniversário da Sinfônica

Publicado em 27.07.2009

Uma maratona de seis horas de música, realizada no início da noite de ontem, no Teatro de Santa Isabel, marcou o aniversário de 79 anos da Orquestra Sinfônica do Recife (foto), que subiu ao palco sob a regência do maestro Osman Gioia. Antes da apresentação, os músicos leram uma carta, reivindicando o cumprimento de uma promessa de pagamento de melhores salários e condições de trabalho. No concerto, a OSR homenageou o compositor Villa-Lobos, lembrado pelos 50 anos do seu falecimento. A maratona foi aberta pela Orquestra Criança Cidadã Meninos do Coque e teve ainda apresentações vários conjuntos musicais, corais e pianistas

João Alberto

No palco - Renato L, Luciano Siqueira, Marcus Prado e Ana Rita Sá Carneiro, que formam o comitê executivo das comemorações do centenário de Burle Marx, decidiram que teremos concerto da Orquestra Sinfônica do Recife no Santa Isabel, com as sinfonias de Wagner, compositor preferido do homenageado.

PS.: Faltou a coluna citar as sinfonias de Wagner (muitos risos).

domingo, 26 de julho de 2009

Imagine...

Não acompanhei toda a jornada de concertos pelos 79 anos da Sinfônica do Recife, só o da orquestra mesmo, que encerrou as comemorações do dia com as Bachianas 2 e 4.

Após a entrada dos músicos, foi lido o manifesto que os ouvintes receberam junto com o programa. O público se solidarizou com a causa e aplaudiu.

Só depois veio o spalla e, com uma inexplicada longa espera, o maestro entrou e subiu no estrado.

No final do concerto, uma claque de músicos à paisana puxou os parabéns e a orquestra correspondeu dando o bis do Trenzinho do caipira.

A plateia estava muito entusiasmada e os músicos sentiram a positividade. Se ela agiu assim sem a sinfônica ter tocado direito (não acho conveniente enumerar as falhas gritantes que houve, pois não vai fazer diferença neste momento), imagine se estivesse tocando.

A paisagem e o disco velho - 40 anos

A PAISAGEM E O DISCO VELHO: 40 ANOS!
Em 2009 a história da música brasileira registra efeméride importante: os 40 anos de uma obra de música eletroacústica, que marcou momento crítico da vida política latino-americana. Trata-se da composição eletrônica intitulada Auto-Retrato Sobre Paisaje Porteño, de Jorge Antunes.
Ouça a obra:
http://www.americasnet.com.br/antunes/auto-retrato/

THE LANDSCAPE AND THE OLD RECORD: 40 YEARS!

In 2009 the history of Brazilian music registers an important event on the calendar: the 40th anniversary of a piece of electroacoustic music that marked a critical moment in Latin American political life. The piece is the electronic composition entitled Auto-Retrato Sobre Paisaje Porteño (Self-Portrait Over Buenos Aires Landscape) by Jorge Antunes.
Hear the work:
http://www.americasnet.com.br/antunes/auto-retrato/

Nyari Duo estreia de STATU VIAE de Paulinyi para violino e 2 pianos em 5/8/2009, Brasilia‏

Os pianistas Thiago Bertoldi e Leandro Roverso chegam de Budapeste para realizar um singular recital no Teatro Nacional estreando STATU VIAE, variações rítmicas para violino e 2 pianos, de Paulinyi no dia 5 de agosto de 2009. Este recital integra a Série SPES de intercâmbio de composições contemporâneas, coordenada pelo violinista Zoltan Paulinyi e pela fagotista Iracema Simon desde 2006.

Serviço:
Recital do Nyári Duo na Série SPES: estreia de STATU VIAE de Zoltan Paulinyi.
Data: 5/8/2009, quarta-feira, às 20 horas.
Local: Sala Martins Penna do Teatro Nacional (Brasília).
Fone: (61) 3325-6239 e 3325-6256 (Teatro Nacional, 12h-20h)
Ingresso gratuito.

Programa: obras de Ravel, Debussy, Paulinyi e Rachmaninov.

Músicos: Thiago Bertoldi e Leandro Roverso (pianos), Zoltan Paulinyi (violino)

Sobre o Projeto SPES de Músícá de Câmara: http://spes.MusicaErudita.com
Fotos e informações: http://www.Paulinyi.com
Partitura de STATU VIAE: http://paulinyi.com/anexos/partituras/Paulinyi-statu-partitura.pdf

--

Thiago Bertoldi
Thiago Augusto Lima Bertoldi dedica-se à música desde 1994 no “Conservatório Villa-Lobos” (Garça-SP). Em 2000, entrou para o “Conservatório Sousa Lima”, onde estudou música de câmara por 4 anos sob orientação de Ana Maria Vieira de Mello, e também para o “Colégio Maria Imaculada”, onde iniciou seus estudos com a pianista e professora Nilze Kruse (aluna de Bruno Seidhoffer, Viena).
Em 2002, conquistou 3º lugar no XI concurso de piano “Sousa Lima”, em 2004, conquistou 2º lugar no XIII concurso nacional de piano “Arnaldo Estrella” e 3º lugar no XVII concurso de piano “Artlivre”, em 2005, conquistou 2º lugar na categoria “Piano e Orquestra” e 2º lugar na categoria “Duos Pianísticos” do XVIII concurso de piano “Artlivre”, em 2006, conquistou 3º lugar e prêmio de “Melhor Intérprete de Música Brasileira” no I concurso nacional de piano “Cidade de Belo Horizonte”. Em 2008 foi ganhador do prêmio de melhor aluno do XXXVIII Festival de Campos de Jordão, que lhe valeu uma bolsa de estudos de um ano.
Em 2006 gravou CD de musica de câmara como co-repetidor na McGill University, Montreal Canadá. Em 2007, gravou seu primeiro CD de música brasileira pela UFMG. Desde Setembro de 2008 estuda na Academia Liszt Ferenc em Budapest sob orientação do prof. Gabor Eckhardt e música e câmara sob orientação do professor Pál Eder.
thiagobpianista@yahoo.com.br


Leandro Roverso
Nascido em 1986, começou seus estudos de piano aos 10 anos de idade com o seu padrinho Guido Roverso. Em 1999, ingressou na Universidade Livre de Música (ULM). A partir de 2003, passou a estudar com o pianista Paulo Gazzaneo até o ano de 2008. A partir de 2006, aperfeiçoou seus estudos sob a orientação da pianista e professora Nilze Kruse. Desde dezembro de 2008, estuda na pretigiada Academia superior de música Liszt Ferenc de Budapeste sob orientação do pianista Gabor Eckhárdt.
Durante este período, participou de várias palestras e workshops, com Elsa Guevarra, Gisela Müller, Luciana Sayuri, Gilberto Tinetti, Ricardo Castro, e com o francês Frank Braley.
Em 2006, ganhou o prêmio de aluno destaque do Festival de Inverno de Campos dos Goytacazes (RJ). Em 2007, participou do festival internacional "Música nas Montanhas" de Poços de Caldas (MG) onde estudou com Eduardo Monteiro. Em 2008, ganhou o prêmio de aluno destaque do Festival Internacional Música das Esferas de Bragança Paulista, recebendo o convite para solar com a orquestra acadêmica da edição 2009 do festival.
leroverso@hotmail.com

Zoltan Paulinyi
Natural de Belo Horizonte, é professor de violino e composição para jovens e crianças. Começou estudando música aos dois anos e meio de idade, realizando sua primeira apresentação como violinista na Casa da Ópera de Ouro Preto aos 8 anos, na classe do Prof. Ricardo Giannetti. Freqüentou dezenas de festivais e cursos brasileiros e europeus, tendo aulas com os violinistas Ruggiero Ricci, L. La Fosse, M. Comberti. Estudou composição com o Oiliam Lanna (UFMG), tendo aulas também com Oscar Edelstein (Argentina) e Harry Crowl (UFPR).
Tem sido solista em diversas orquestras do Brasil, Inglaterra e Itália desde os 10 anos de idade. O reconhecimento de seu trabalho junto à crítica da imprensa veio através do Troféu Pró-Música "Prêmio de Revelação do Ano 1998" (MG), e também com a vitória no Concurso Nacional de Goiânia em 2002. Gravou CDs do Duo MAGYAR, do Quinteto AMIZADE e do Trio SONARE. Suas composições estão sendo internacionamente apresentadas principalmente após o Festival na Oradea (Romênia, 2002) em homenagem aos seus 25 anos, e a Bienal da Funarte de 2005. Integra a OSTNCS desde o ano 2000, chefe do naipe de violas em 2009. Casou-se com Iracema em 2006, com quem desenvolve um intenso trabalho pedagógico de musicalização para bebês e crianças.

Sobre STATU VIAE:
“A criação tem sua bondade e sua perfeição próprias, mas não saiu completamente acabada das mãos do Criador. Ela é criada «em estado de caminhada» («in statu viae») para uma perfeição última a ser ainda atingida, para a qual Deus a destinou. Chamamos de divina providência as disposições pelas quais Deus conduz sua criação para esta perfeição” - Catecismo da Igreja Católica, n. 302.
"O Senhor é quem dirige os passos do homem; como poderá o homem compreender seu próprio destino?" Prov. 20, 24.

João Alberto

Música - O trio Pouca chinfra e a cozinha é a atração de amanhã, no Projeto Vitrine, às 19h, no auditório do nosso jornal.

A Orquestra
Criança Cidadã abre hoje, às 14h, no Santa Isabel, a programação gigante dos 79 anos da Orquestra Sinfônica do Recife.

Sobre a matéria abaixo, do Diário

Se eu tinha elogiado a abordagem da matéria do JC de ontem, essa do Diário foi ainda mais longe, pela sua envergadura, trazendo à tona os posicionamentos e opiniões do atual diretor artístico, Osman Gioia, e de outros músicos locais de renome não ligados à Sinfônica do Recife - e resgatando uma parte da história da orquestra.

A reportagem ocupou o caderno Viver quase inteiro.

Finalmente, mesmo que seja algo pontual, a música clássica está sendo considerada nas pautas de jornais, sem ser somente pelas atrações que proporciona, e recebendo um tratamento mais qualificado.

Memória afetiva da orquestra

Mais duradoura instituição da música erudita nacional já teve como convidados os maestros Francisco Mignone, Guerra Peixe e Villa-Lobos


Quando realizou o primeiro concerto da Orquestra Sinfônica do Recife (OSR), no dia 30 de julho de 1930, o maestro Vicente Fittipaldi dava início à trajetória da instituição mais duradoura da música erudita nacional.

Maestro Cussy de Almeida, da Orquestra Meninos do Coque, lembra que na década de 80, quando presidente da FCCR pagou salários de US$ 1,2 mil para OSR. Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Press
Nesses últimos 79 anos, a OSR já acumulou honras de contar com convidados da importância de pianistas como Arthur Moreira Lima, Josefina Aguiar, Nelson Freire e maestros do porte de Francisco Mignone, Guerra Peixe, Walter Schulz e Heitor Villa-Lobos.

Mais do que gloriosas recordações, a participação desses talentos nos concertos da OSR alimentaram o gosto do público pela música clássica e influenciaram a formação de novos músicos locais. Natural do Rio Grande do Norte, o maestro Cussy de Almeida entrou para os quadros da OSR aos 14 anos, tocando violino. "Acho que ainda hoje sou o mais jovem instrumentista da OSR. Meu primeiro concerto foi no dia 10 de março de 1950, no Clube Náutico. Por isso me tornei alvirrubro", relembra o maestro.

Já como spalla, Almeida acabou conhecendo um regente convidado, chamado Heitor Villa-Lobos. A amizade se aprofundou quando os dois se reencontraram em 1958, na Europa. "Ele me chamou de violino da esperança. Na Europa, eu o ajudava a passar as partituras para o papel vegetal, que era a xerox da época. Depois, ele me ajudou a entrar no Conservatório de Paris", confessa.

Na década de 80, Almeida assumiu o cargo de presidente da Fundação de Cultura do Recife, conseguiu salários de US$ 1,2 mil para a OSR e trouxe o maestro Eleazar de Carvalho. "Àqueles dois anos foram um momento esplendoroso da OSR, comparável ao seu início com o maestro Fittipaldi", analisa o maestro.

Essa época teve um papel decisivo na formação de outro maestro, o José Renato Accioly, que hoje comanda a Orquestra Sinfônica Jovem, do Conservatório Pernambucano de Música. "Quando tinha 12 anos, ia sempre ao teatro ver Eleazar. Ele era uma figuraça, um grande artista. Em sua mão ele conseguia extrair do músico o que ele tinha de melhor", recorda Accioly.

Desde 2001, a OSR está sob a batuta do maestro carioca Osman Giuseppe Gioia. Ao longo de sua gestão, ele tem colecionado momentos especiais à frente da orquestra, como o concerto dedicado à obra Carmina Burana; a apresentação da La Bohème, encerrando um jejum de 17 anos sem ópera no Recife; e as gravações da orquestra no disco Sivuca sinfônico (2004).

"O trabalho com Sivuca foi maravilhoso. Participamos do último concerto que ele tocou antes de morrer e a gente sabia que seria o último dele", aponta Gioia. "Talvez, artisticamente falando, o melhor momento da minha gestão tenha sido o concerto com Nelson Freire na Catedral da Sé", completa.


Lado B da Sinfônica do Recife

Quando a música ainda se disseminava no formato LP (Long Play), era comum os artistas e bandas usarem as limitações da mídia para estabelecer a ordem das faixas.

Foto: Alcione Ferreira/DP/D. A Press
Tinha o "Lado A", onde entravam as candidatas ao sucesso radiofônico, músicas de maior apelo comercial, com espírito mais feliz; e o "Lado B", voltado para composições mais alternativas, de arranjos experimentais e clima sombrio. Uma estrutura dualística que também se aplica a trajetória da Orquestra Sinfônica do Recife (OSR). Com um histórico de altos e baixos, a OSR comemora hoje um passado glorioso, enquanto precisa conviver com a baixa remuneração dos músicos, problemas de estrutura e falta de verbas voltadas para a programação artística. O Diario de Pernambuco ouviu os diversos envolvidos nessa história e traçou um diagnóstico da atual situação da OSR. (Thiago Corrêa)

Luta por melhores salários e condições de trabalho


Arquivo de partituras está situado em local insalubre; acima o "sarcófago" dos violoncelos. Foto: Alcione Ferreira/DP/D. A Press
O passado glorioso e os feitos obtidos pelo atual maestro Osman Gioia, no entanto, não tem servido de garantia para estabelecer a paz à Orquestra Sinfônica do Recife (OSR). Apesar do histórico de 79 anos, a OSR está enfrentando um período de turbulência que envolve a luta pela melhoria de salários, implantação do plano de cargos e carreiras, um concurso para suprir cerca de 20 vagas de músicos, aquisição de novos instrumentos, renovação do acervo de partituras e mesmo o desgaste de alguns músicos com o maestro.

Após o ensaio da última quarta-feira, os músicos fizeram uma assembleia e decidiram enviar uma carta assinada à Prefeitura do Recife, à Câmara dos Vereadores e à imprensa cobrando um reajuste salarial. No comunicado, a OSR relata que, desde maio de 2008, espera a realização de um estudo prometido pelo então prefeito João Paulo para implantação de uma nova gratificação aos músicos. "Apesar do exposto, os músicos continuam esperando uma decisão sobre o assunto", diz a carta.

Segundo a comissão da OSR (representação eleita democraticamente pelos músicos), duas cartas já foram enviadas à nova gestão da Prefeitura do Recife sobre o assunto, mas ficaram sem resposta. Atualmente, os músicos ganham de acordo com uma função de nível médio. O salário-base é de R$ 894,50 e mais uma gratificação de produtividade de R$ 724. A título de comparação, de acordo com a Secretaria de Cultura de Sergipe, a Orquestra Sinfônica de Sergipe paga salários entre R$ 700 e R$ 2,1 mil, mais uma bonificação que pode chegar a R$ 700, dependendo da qualificação do músico.

Dentro da própria Prefeitura do Recife, os salários da OSR ficam aquém da remuneração base dos motoristas que, segundo a Lei Nº 17.555 publicada no Diário Oficial do dia 11 de julho, recebem R$ 945,97.

Na pauta de reclamações dos músicos, está a precariedade de alguns instrumentos. Entre as reivindicações, estão a aquisição de harpa, piano, celesta, instrumentos de percussão, estojos de violoncelos e de novas partituras. "A última adquirida pela OSR foi na década de 1950, o que faz a gente pegar partituras em xerox, geralmente de má qualidade", reclama João Carlos de Araújo, conhecido por João do Cello, um dos mais críticos das condições da sinfônica.

O violoncelista, que há 28 anos integra a OSR, também protesta pelo fato de os músicos precisarem usar instrumentos próprios. "Não recebemos por esse aluguel e ainda temos que gastar um salário para fazer a manutenção anual do instrumento", aponta João do Cello.

Apoio político é fundamental para alavancar OSR

Em meio a tantos problemas enfrentados pela Orquestra Sinfônica do Recife (OSR), existe o consenso de que as melhorias na programação artística, na estrutura e nas condições de trabalho dos músicos dependem da vontade política da Prefeitura do Recife. "A OSR vem cumprindo seu papel razoavelmente. Ela está sendo bem conduzida, mas não pode ser melhor porque não há dinheiro", opina o maestro Cussy de Almeida.

Mesmo os profissionais mais críticos em relação ao andamento da OSR, reconhecem que o apoio governamental é de fundamental importância. "A OSR era mais presente na época de Vicente Fittipaldi, porque ele fazia com amor e isso contagia os músicos e o público. Mas não é nem culpa da própria orquestra, uma sinfônica precisa de estrutura para funcionar", aponta a pianista Ana Lúcia Altino, que também produz o festival Virtuosi.

A pianista cita os casos da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) que ganhou reconhecimento internacional sob a batuta do maestro John Neschling e da fundação da OrquestraSinfônica da Paraíba, fundada por ela e o maestro Rafael Garcia, que chegou a ser considerada a melhor do país. "É preciso ter força política por trás. O Neschling teve a sorte de encontrar um político que apostasse na Osesp. Na Paraíba, só conseguimos montar a orquestra porque encontramos um reitor que acreditava e um governador lúcido", observa Ana Lúcia.

Ela acredita que o problema ultrapassa as dificuldades da OSR. "Falta orçamento, não tem estrutura, os músicos ganham pouco. A questão é mais ampla, a cultura em geral depende do Governo. E não sei até que ponto a população se importa com as condições da OSR. Às vezes acho que, se ela acabar, ninguém vai perceber", analisa Ana Lúcia.

Secretário de Cultura sabe das reivindicações

Diante de tantas pendências acumuladas que vem envolvendo a Orquestra Sinfônica do Recife (OSR) desde a gestão passada, o secretário de Cultura Renato L fez questão de adotar uma relação de transparência com os músicos e com a imprensa para tratar da situação da OSR. Procurado pelo Diario de Pernambuco, o secretário reconheceu as reivindicações da sinfônica, comentou o andamento de algumas queixas dos músicos, falou das dificuldades da Prefeitura e apontou alternativas para melhorar a situação da orquestra.

Diálogo

"Estamos abertos ao diálogo. A comissão foi recebida por mim, tivemos uma reunião com o Sindicato dos Músicos sobre a situação da OSR, além de diversas reuniões com o maestro Osman Gioia e diretor de produção artística da OSR, Múcio Callou. Os músicos não estão sendo ignorados, isso foi debatido com eles."

Reajuste salarial

"Essa discussão não compete à Secretaria de Cultura, é uma questão da Secretaria de Administração, porque os músicos também são servidores. Mesmo assim fiz questão de abrir amesa de negociação salarial e a maioria dos acordos foi de um reajuste de 3%. De qualquer forma, o acordo prevê uma nova rodada de negociação em outubro e a Prefeitura se compromete a ajudar nisso, de acordo com nossas condições de receita e despesa. Temos todo interesse do mundo em melhorar os salários."

Estrutura

"Sei que as condições não as ideais, mas estamos estudando a possibilidade de passar a OSR para o Parque Dona Lindu, que vai ser inaugurado em dezembro. O maestro já foi lá visitar e gostou do que viu. Isso daria melhores condições e resolveria o problema do estacionamento."

Instrumentos

"Na próxima semana vou receber uma lista com essas pendências. Existem programas de incentivo para a renovação dos instrumentos. Se não conseguirmos via editais, vamos começar esse processo com recursos próprios até setembro."

Vagas

"Temos essa deficiência. A curto prazo não existe data para que a gente possa abrir um concurso."

Planejamento

"O ideal seria que houvesse um recurso semestral ou anual definido, atépara facilitar o planejamento. Estou em contato com o maestro e a comissão dos músicos para definir uma programação especial em 2010. Queremos fazer uma programação com convidados para comemorar os 80 anos da OSR."

Muitas felicidades para a Sinfônica do Recife

OSR comemora 79 anos com um concerto que celebra Heitor Villa-Lobos e conta com apresentações de mais duas orquestras, três recitais de piano, quatro corais, um quarteto e dois quintetos

Thiago Corrêa
thiagocorrea.pe@diariosassociados.com.br


A Orquestra Sinfônica do Recife (OSR) antecipa as comemorações do seu 79º aniversário para hoje. A idade dá à OSR o título de sinfônica, em atividade ininterrupta, mais antiga do país. Para relembrar essa trajetória, a OSR faz um concerto no Teatro de Santa Isabel em homenagem aos 50 anos de morte de Heitor Villa-Lobos, compositor brasileiro que já regeu a sinfônica como convidado.


Regida por Osman Gioia, OSR encerra maratona de cinco horas de música, às 19h, no Teatro de Santa Isabel. Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Press
"Nós temos até fotografia dele aqui na OSR. Ele é incomparavelmente o melhor compositor que o Brasil já teve, talvez nem na América tenha surgido um compositor dessa qualidade", analisa o maestro Osman Gioia. Segundo ele, o programa da noite será todo dedicado a Villa-Lobos.

No repertório estão peças populares como as Bachianas brasileiras Nº 2 e a Nº 4. "Talvez essas sejam as peças mais conhecidas de Villa-Lobos. A Bachianas Nº 2 termina com Trenzinho caipira e a Nº 4 começa com Prelúdio, que deu origem ao Samba em prelúdio de Baden Powell e Vinícius de Morais", adianta o maestro Osman Gioia.

As comemorações pelo aniversário da OSR seguirão o mesmo formato de maratona de 2008, quando cerca de 5 mil pessoas circularam pelo Teatro de Santa Isabel. "Foi um sucesso tão grande que resolvemos repetir e estamos vendo que não vamos mais deixar de fazer", explica Gioia.

Este ano, serão mais de cinco horas de música, com apresentações de três orquestras, três recitais de piano, quatro corais, um quarteto e dois quintetos. "Convidamos vários grupos da cidade, a maioria possui integrantes da orquestra. A OSR é uma disseminadora de cultura, ela cria seu entorno musical", observa o maestro.

A programação começa às 14h, com a apresentação do maestro Cussy de Almeida e sua Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque, que possui um quadro de professores composto por músicos da OSR. Em seguida tem os concertos da Orquestra Experimental de Câmara (14h50), Quarteto de Cordas ENCORE (15h30), Quinteto de Violoncelos da Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque (16h) e Quinteto de Metais Nordeste (16h30).

"Cada grupo ficou responsável de elaborar seu programa, mas pedimos que focassem em Villa-Lobos. Como nem todos tem ele no repertório, haverá uma forte ênfase em música brasileira", conta Gioia. Às 17h, haverá um recital de piano com Juciara Albuquerque, Levi Guedes e Danielle Batista. Na sequência, chega a vez do encontro dos corais Águas do Prata, Joias que Cantam, do Carmo do Recife e Grupo Vocal Monet. A maratona fecha com o concerto da OSR às 19h.

Maratona de aniversário da OSR

14h - Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque
14h50 - Orquestra Experimental de Câmara
15h30 - Quarteto de Cordas ENCORE
16h - Quinteto de Violoncelos da Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque
16h30 - Quinteto de Metais Nordeste
17h - Recital Pianístico (Juciara Albuquerque, Levi Guedes, Danielle Batista)
18h - Encontro Coral (Coral Águas do Prata, Grupo Vocal Monet, Coral Joias que Cantam, Coral do Carmo do Recife)
19h - Orquestra Sinfônica do Recife


Entrevista // Osman Gioia

Por causa da diversidade musical do nosso estado, os músicos da nossa orquestra são bastante versáteis


"Uma orquestra profissional precisa ter regentes convidados para se reciclar"


Foto: Helder Tavares/DP
Num país como o Brasil, onde a cultura não tem o devido reconhecimento, qual a importância de uma entidade como a Orquestra Sinfônica do Recife (OSR) completar 79 anos?

Para mim, não importa se ela tem 79, se tem 80, 100 ou 200 anos. O importante é que ela funcione o melhor possível. O principal é que a OSR está completando 79 anos e, que através dos tempos, voltou a ser uma orquestra respeitada pelo Brasil inteiro, querida pela população. Isso é até mais importante do que fazer 79 anos.

Qual o diferencial da OSR?

Temos uma grande vantagem com relação as outras orquestras. Por causa da diversidade musical do nosso Estado, os músicos da nossa orquestra são bastante versáteis. Isso fez com que a OSR passasse a tocar músicas populares. Fizemos o CD do Sivuca e agora o do Pixinguinha, que está sendo um estrondo. A orquestra é conhecida como a mais versátil do Brasil, capaz de tocar o erudito e também o popular de qualidade, o popular histórico. Isso nos dá um lugar único, conseguimos encontrar um nicho de excelência, numa coisa que nenhuma outra orquestra está fazendo.

Esse seria o principal mérito de sua gestão?

O mérito é de todos, do sangue musical multicultural que temos aqui. É isso que faz com que nossos músicos sejam diferenciados. Você estava assistindo ao ensaio, é impossível outra orquestra fazer um negócio desse. Toca, mas não da mesma forma. Do mesmo jeito que é impossível a gente tocar uma valsa vienense que nem Filarmônica de Viena. Já regi no Rio, em Porto Alegre e as orquestras não têm essa ginga que nós temos. É o nosso diferencial, que surgiu agora, principalmente depois do CD de Sivuca. Isso faz com que a OSR seja uma orquestra especial no ambiente musical brasileiro.

Você está completando 9 anos à frente da OSR. Como você avalia esse período?

Tivemos altos e baixos. Uma orquestra no Brasil, principalmente no Nordeste, sofre problemas graves. Eu dei sorte porque, quando assumi, tivemos uma reavivamento da orquestra, que havia ficado escanteada mais do que devia. Na gestão passada, fizemos umconcurso que quase completou os quadros e o Teatro de Santa Isabel reabriu. Nesses anos todos, a OSR deu uma subida. Tivemos uma queda, mas está conseguindo cumprir o mínimo a que ela se propõe.

Como o Teatro de Santa Isabel tem contribuído para a OSR?

Uma guitarra não precisa de ambiente para fazer som, mas um violino, um violoncelo ou viola dependem do lugar para o seu som sair. Se você colocar um violino num local despreparado, o som não vai rolar. Precisa ter acústica para o som dele se expandir. O ideal é que a orquestra ensaie no seu local de concerto, no palco onde vai tocar. Apesar de alguns transtornos, quando tem uma peça grande eu não posso fazer ensaio, tem sido uma boa convivência com o pessoal do teatro. O Santa Isabel é maravilhoso.

Você percebe uma maior visibilidade para a música erudita no Recife?

Tenho certeza, sinto que tudo isso floresceu depois que a orquestra voltou a funcionar bem. Quando entrei na OSR não tinha nada, hoje temos dois festivais, que são o Mimo e o Virtuosi, temos aOrquestra Jovem do Conservartório, a de Cussy de Almeida. Vejo um ambiente mais florescente, mas é algo de Pernambuco. Nos EUA, as orquestras estão passando por uma crise de público. Tenho a impressão que a OSR já teve mais público, porque era a única coisa que acontecia. Hoje tem tanta coisa que o público se diluiu. Desde a Carmina Burana, quando derrubaram a porta do teatro, o público às vezes deixa de vir achando que é sempre lotado. E não tem sido mais.

Você tem regido orquestras em Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e vai reger em Bolonha, na Itália. Qual é a situação dessas orquestras?

Com relação à Europa, não tem comparação. A orquestra sinfônica é um organismo que nasceu lá. A orquestra mais antiga do país somos nós. Lá uma com 79 anos é nova. Eles trabalham com dois ensaios diários, têm uma condição salarial muito melhor, de estrutura e já existe essa cultura. Aqui nós temos que mostrar a orquestra, nosso objetivo não é só cultura, é também de educação. Por isso a gente investe em concertos didáticos e ao ar livre. Agora lá tem os mesmos problemas daqui. Fui assistir a uma ópera e no final a orquestra levantou um cartaz de protesto, os músicos estavam tocando com uma fita branca em protesto contra o diretor do teatro.

Quais os problemas enfrentados pela OSR?

Nossa verba de programação é limitada, insuficiente para trazer grandes atrações, outros regentes convidados, solistas. Estamos à procura de patrocínio, via Lei Rouanet. Acho que essa foi a nossa pior faceta. Uma orquestra profissional precisa ter regentes convidados para se reciclar. O ideal é que o titular seja responsável por 20% ou 30% dos concertos, o resto seria com os convidados. Eles dariam um novo gás à OSR, ela descansaria do seu regente e o público teria novas atrações. Mas eu tenho regido quase tudo. Também pedimos um concurso, estamos com uma defasagem de mais de 20 vagas. Tudo isso está sendo visto pelo governo.

Giulia Olsson

Decorem o nome dessa garota.

sábado, 25 de julho de 2009

Agenda cultural CPM - agosto

AGENDA AGOSTO/2009

Mês de Aniversário

79 Anos

05

Recital Comemorativo aos 79 anos de Aniversário do Conservatório Pernambucano de Música e da Orquestra Sinfônica do Recife

Solista – Violinista Alan Busteed

Local: Teatro de Santa Isabel

Horário: 20h00

Entrada Gratuita

05 A 10

II Encontro de Música Antiga

Local: Convento de São Francisco

06

Bandas de PE nas Escolas

Local: Escola Estadual Alberto Torres

Banda Filarmônica 15 de novembro – Popular Cabense

Horário: 15hs

07

Recital com a Pianista Maria Clara (PE/AUSTRIA)

Local: Estúdio CPM

Horário: 19h30

12

Aniversário do CPM – Sagrama e Nana Vasconcelos

Local: Teatro de Santa Isabel

Horário: 20h00

Ingressos liberados na bilheteria do teatro 1 horas antes do evento.

14 a 16

Caravana CPM –Surubim-PE

15

Aniversário CPM – Orquestra Sinfônica Jovem do CPM

Local: Teatro de Santa Isabel

Horário: 20h00

Ingressos liberados na bilheteria do teatro 1 horas antes do evento.

17

Palestra com André Faleiros – Recrutador da área de Música do Cirque du Soleil

Local: Estúdio CPM

Horário: 10h00

21 a 23

Bandas de PE – Goiana-PE

26

Quarta Musical

Orquestra de Câmara da Cuidade de Granada

Local: Estúdio CPM

Horário: 19h30

28

Lançamento do livro - "Ney Matogrosso: o ator da canção"

Autor: Sergio Gaia Bahia

Local: Estúdio CPM

Horário: 19h30

Todos os eventos tem entrada gratuita

Informações: 3183-3400

www.conservatorio.pe.gov.br

Sobre a matéria abaixo, do JC

Posso dizer que, finalmente, a questão da Sinfônica do Recife foi tratada com toda a isenção jornalística num jornal de grande circulação local e sem se esquivar dos problemas mais crônicos da orquestra, que há mais de dois anos vêm incomodando os músicos.

A matéria traz um resumo da verdade de ambos os lados. Os integrantes da orquestra podem não ser tão organizados quanto a reportagem diz, mas finalmente lograram a atenção da imprensa, não porque buscassem palanque, mas porque não tinham mais a quem apelar.

Observa-se manifestações de profissionais de saúde, educação, administração pública, mas músicos fazerem protesto no Recife é sintomático de que algo da dignidade deles não está em ordem.

Também gostei de saber que o atual Secretário de Cultura do Recife, Renato L, tem uma boa visão de como se processa a cadeia de produção de música erudita e sabe dos caminhos para revitalizar a orquestra, embora seja preciso o compromisso e o engajamento de quem estiver na direção artística da sinfônica para obter sucesso.

Aguardo muito que essa crise seja superada e a OSR volte a ter o padrão de qualidade de pelo menos uns sete anos atrás - fazendo a mim e a todos os melômanos ter vontade de sair de casa para escutar obras sinfônicas tocadas de coração.

Concerto vira protesto na Sinfônica do Recife

Publicado em 25.07.2009

Luís Fernando Moura

luisfernandomoura@gmail.com

Músicos da Orquestra Sinfônica do Recife (OSR), que comemora 79 anos de existência esta semana, vão transformar a festa de aniversário em ato público. Eles prometem distribuir uma carta com reivindicações salariais, reclamação que responde a quase dez anos sem reajuste. Se a OSR pode se vangloriar por ser a orquestra mais antiga do Brasil em atividade, os músicos se queixam por receber o segundo pior salário dentre todas as orquestras municipais do País.

Segundo uma musicista que preferiu não se identificar, a Prefeitura do Recife (PCR) hesita em reconhecer a comissão estabelecida, através de eleição interna, para representar os 80 músicos que atualmente integram a OSR junto aos representantes do governo. “Alegam que a comissão é desunida, dizem que ela não é representativa, mas ela foi eleita em assembleia”, afirma. À carta, previamente enviada à imprensa, foi anexada uma lista de assinaturas que soma 63 nomes em apoio à causa, na tentativa de legitimar a questão como uma demanda majoritária.

Nos últimos anos, são diversas as reivindicações da OSR, que incluem recursos para a manutenção dos instrumentos – de acordo com a integrante, “sucateados” –, mas o grupo preferiu focar na questão salarial, considerada urgente. “No ano passado, (o então prefeito) João Paulo disse publicamente, no Dia do Trabalhador, que, depois de oito anos de gestão, os músicos deveriam receber melhores salários, e prometeu organizar um estudo que teria continuidade caso João da Costa fosse eleito”, afirma outra musicista, integrante da comissão. Ela afirma que, até agora, não recebeu resposta positiva da PCR. Os músicos recebem salário de R$ 830, mais gratificações de R$160 por concerto realizado.

De acordo com outra integrante, o espírito festivo é incompatível com o momento político que o grupo vive. “Quando há um concerto como esse, tudo parece muito bonito, mas os problemas, que são muitos, não são repassados”.

NEGOCIAÇÕES

O secretário de Cultura da PCR, Renato L., afirma que a prefeitura tem interesse em tratar “com carinho” a OSR, mas destaca que a questão é tão frágil quanto a de todo o funcionalismo público. “A questão foi encaminhada à mesa de negociação dos salários. A promessa da gestão antiga foi feita em outro momento econômico. Por conta da conjuntura de crise, adiamos as negociações para outubro, quando a prefeitura vai se reunir com representantes do funcionalismo e os salários de algumas categorias devem ser revistos”. O secretário admite identificar uma fragilidade representativa na comissão dos músicos, mas afirma que o grupo tem sido reconhecido e participado de reuniões junto à PCR.

O maestro Osman Giuseppe Gioia, efetivado no cargo este ano, preferiu não se pronunciar. Ele afirmou que seu papel na OSR é estritamente artístico.


Verba só vem em 2010, no aniversário da orquestra
Publicado em 25.07.2009

Renato L. acredita que os problemas enfrentados pela OSR não são caso raro no Brasil. Para ele, é cada vez mais difícil financiar uma orquestra municipal, pois a música erudita enfrenta diversos entraves para conseguir incentivo. “Há uma discussão sobre o financiamento da música erudita. Não é só no Recife, se você pegar o exemplo de cidades ricas, como Nova Iorque ou Berlim, vai encontrar dificuldades. Um dos problemas é a inexistência de vendagem de discos. O setor também foi afetado pela desestabilização da indústria fonográfica”, diz.

O secretário acredita que, no ano que vem, quando a OSR completa 80 anos de existência, será mais fácil garantir recursos para retocar as condições de trabalho dos músicos. “O que a gente vai fazer agora é se reunir com a direção administrativa da orquestra e pensar a programação do ano que vem. A data facilita uma maior aproximação com a iniciativa privada, para recuperar o poder aquisitivo, captar recursos”. Renato afirma ainda que existem projetos em andamento. “Já enviamos projetos para a Eletrobras, Caixa Econômica e outras estatais, atrás de verba para reestruturar a orquestra. Estamos fazendo um esforço para nos aproximar da iniciativa privada e, ainda este ano, renovar os instrumentos”.

AMANHÃ

A festa de aniversário da OSR acontece amanhã, no Teatro Santa Isabel, a partir das 14h. O evento, gratuito, recebe uma maratona de apresentações diversas, ao longo de seis horas. Participam a Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque, a Orquestra Experimental de Câmara, o quarteto de cordas Encore, o Quinteto de Violoncelos da Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque, Quinteto de Metais Nordeste, encontro de corais, recital de piano e, para terminar, às 19h, apresenta-se a OSR, que homenageia 50 anos de falecimento de Heitor Villa-Lobos. (L.F.M.)

João Alberto

Quatro corais recifenses já confirmaram participação na programação dos 79 anos da Orquestra Sinfônica do Recife, na tarde de amanhã no Santa Isabel.

OSR comemora 79 anos com maratona

A Orquestra Sinfônica do Recife ocupa hoje o posto de Orquestra Municipal mais antiga do País e, para comemorar os 79 anos de sua fundação, uma programação de seis horas ininterruptas de música clássica de alta qualidade, será oferecida de forma gratuita amanhã, a partir das 14h, no teatro de Santa Isabel.

Entre alguns dos convidados, nomes importantes da música clássica, como a Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque, regida pelo Maestro Cussy de Almeida, a Orquestra Experimental de Câmara, Quarteto de Cordas Encore, Quinteto de Metais do Nordeste, Recital Pianístico e o Encontro de Corais. Somente às 19h os aniversariantes da noite sobem no palco para encerrar a maratona de apresentações. Sob a regência do maestro Osman Giuseppe Gioia, o repertório escolhido vai prestar uma homenagem aos 50 anos do falecimento de Heitor Villa-Lobos.

Confira quem estará na Etapa Educativa‏ da Mimo 2009

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A comemorar

Acabei de saber do quadro de alunos matriculados para as eletivas do próximo semestre em Comunicação Social, na UFPE.

A disciplina Crítica musical, que irei ministrar (já anunciei aqui) a título de estágio docência este semestre, foi a mais concorrida da Habilitação de Jornalismo e a terceira mais concorrida entre as três habilitações.

Ela tem o mesmo número de matriculados que Música e trilha sonora (em Radialismo) e só fica atrás de Desenho publicitário e Semiologia da publicidade (em Publicidade) - vide quadro abaixo.

Fiquei surpreso por disciplinas bem atuais e de boa valia para futuros profissionais - como Oficina de cineclubismo, Mídia e memória e Assessoria de comunicação - não terem atingido o número mínimo de dez matriculados (vide as marcações em amarelo), sendo assim as turmas fechadas.

No mais, estou comemorando enquanto preparo os slides para a primeira aula, dia 06 de agosto.

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL/UFPE

DISCIPLINAS ELETIVAS 2009.2

Situação pós período regular de matrícula

(disciplina x no.de alunos matriculados)

Publicidade

Disciplina

Alunos matriculados

Cinemas Africanos Contemporâneos

14

Desenho Publicitário

29

Semiologia da Publicidade

31

Radialismo

Disciplina

Alunos matriculados

Música e Trilha Sonora

27

Oficina de Cineclubismo

9

Oficina de Cinema

15

Oficina de Vídeos Educativos

06

Semiologia da Imagem e do Som

20

Tecnologias Digitais e Novas Narrativas

17


Jornalismo

Disciplina

Alunos matriculados

Assessoria de Comunicação

8

Contribuições de Paulo Freire à Educação

4

Crítica Musical

27

Filmografia

10

Mídia e Memória

9

Tecnologias Digitais e Novas Narrativas

17

Accademia Perosi News

Palazzo Gromo Losa - Corso del Piazzo 24
13900 Biella - Italia
tel. +39 015 29040 fax +39 015 352828
www.accademiaperosi.org

NEWS

visita il nuovo sito - visit the new website...

www.accademiaperosi.org


Academic Courses 2009


per le modalità di iscrizione: www.accademiaperosi.org

  • Ana Chumachenco (violino): corso speciale dal 30 settembre al 9 ottobre 2009
  • Marco Rizzi (violino): corso speciale dal 12 al 18 ottobre 2009
  • Pavel Berman (violino): corso speciale dal 20 al 26 ottobre 2009
  • Pavel Vernikov (violino): corso speciale data da definire 2009
  • Roberto Ranfaldi (violino): corso annuale
  • Anna Serova (viola e musica da camera): corso annuale
  • Yumiko Urabe (musica da camera): corso speciale dal 30 settembre al 9 ottobre 2009
  • Konstantin Bogino (pianoforte e musica da camera): corso speciale dal 22 al 26 settembre 2009
  • Daniel Grosgurin (violoncello): corso speciale dal 7 all'11 settembre 2009
  • Umberto Clerici (violoncello e musica da camera): corso annuale
  • Antonio Sciancalepore (contrabbasso): corso annuale
  • Giorgio Giacomelli (esercitazioni orchestrali): corso annuale
  • Mauro Bonifacio (composizione): corso annuale
  • Azio Corghi (composizione): corso annuale
  • Sandro Cappelletto (critica musicale): seminario nel mese di dicembre 2009
  • Carlos Arcieri (liuteria e restauro): corso speciale nel mese di settembre o ottobre 2009
  • Giancarlo Arcieri (montatura del violino): corso speciale nel mese di settembre o ottobre 2009
  • Gabriele Negri (liuteria e restauro): corso speciale nel mese di settembre o ottobre 2009

Informazioni n. +39 015 29040

Accademia Perosi onlus, Palazzo Gromo Losa

Corso del Piazzo 24 - tel. +39 015 29040 +39 015 352828

segreteria@accademiaperosi.org

MIMO 2009 - inscrições abertas para Etapa Educativa‏

É com grande prazer que anunciamos a abertura da Etapa Educativa da MIMO 2009 - Mostra Internacional de Música em Olinda.

Toda a programação é gratuita e as inscrições podem ser feitas até o dia 5 de agosto, pelo site www.mimo.art.br

Participem e divulguem!!


MAIORES INFORMAÇÕES através do endereço eletrônico: educativo@mimo.art.br ou ligue (55 - 21) 7820.1036.

Lume Arte Marketing Cultural

Lu Araújo Produções Artísticas

Rua da Gloria, 190 sala 502

Glória - Rio de Janeiro - 20241-180

O Recife

Você sabia que o uso do artigo antes do nome de nossa capital é obrigatório?

Confira em meu blog pessoal.

Maestro Duda...

... será o compositor residente da Mimo 2009.

Twitter da Mimo

A Mimo já está com no Twitter. Com certeza, o Virtuosi e grupos musicais pernambucanos irão aderir à tendência em breve.

Prelúdio 21 - Temporada 2009 - Amanhã


O grupo de compositores segue sua temporada de concertos no próximo sábado, com um concerto que relembra a diversidade de formações que marcava as apresentações do grupo no seu início. Cada integrante optou por uma formação instrumental. Assim, teremos peças para flauta solo, clarineta solo, flauta e violão, soprano e violão, guitarra elétrica e baixo elétrico emúsica eletroacústica. Antes de cada execução, como de costume, os compositores fazem pequenos comentários sobre as composições.

Os intérpretes convidados são Maria Carolina Cavalcanti (flauta e flauta em sol), Gabriel Lucena (violão), Thiago Tavares (clarineta), Gisele Diniz (soprano), Jorge Santos (violão), Gianpaolo di Lofiego(guitarra elétrica) e Marcelo Saboya (baixo elétrico).

O Prelúdio 21 é Alexandre Schubert, Caio Senna, Heber Schünemann, J. Orlando Alves, Marcos Lucas, Neder Nassaro e Sergio Roberto de Oliveira.

Serviço

Prelúdio 21 – Temporada 2009 – Julho – De volta às origens

Data: Sábdo, 25/07/09

Horário: 15h

Local: Centro Cultural Justiça Federal

Endereço: Av. Rio Branco, 241 – Centro – Rio de Janeiro

ENTRADA FRANCA

A maratona da OSR

Publicado em 24.07.2009

Orquestra Sinfônica do Recife realiza maratona gratuita, reunindo oito apresentações, para celebrar seus 79 anos

Seis horas de festa comemoram o aniversário da Orquestra Sinfônica do Recife (OSR), neste domingo. O Teatro Santa Isabel apresenta uma maratona gratuita que reúne oito apresentações, enfileiradas das 14h até o começo da noite. No momento dos parabéns, o grupo quer lembrar que, já bem maduro, com 79 anos, pode se vangloriar de ser a orquestra municipal mais antiga do País.

“Estamos num momento muito bom, realizamos muito concertos e podemos nos orgulhar em ser a orquestra mais antiga do país em atividade”, diz Antonio Silva, produtor do grupo. A programação de aniversário começa com a Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque, sob a regência do maestro Cussy de Almeida. Na sequência, às 14h50, é a vez da Orquestra Experimental de Câmara, coordenada por João Carlos Araújo. Já às 15h30, apresenta-se o quarteto de cordas Encore, seguido pelo Quinteto de Violoncelos da Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque, às 16h. A partir das 16h30, é a vez do Quinteto de Metais Nordeste, que precede um recital pianístico que inclui Juciara Albuquerque, Levi Guedes e Danielle Batista, às 17h.

No começo da noite, às 18h,acontece um encontro de corais, com os grupos Vocal Monet, Jóias que Cantam, Águas do Prata e Coral do Carmo do Recife. É só a preparação para o encerramento, a partir das 19h, que enfim traz a OSR para o palco. No repertório escolhido, o grupo aproveita para fazer homenagem aos 50 anos de falecimento de Heitor Villa-Lobos, executando peças de sua autoria.

“Quase todos os grupos que convidamos têm integrantes da própria orquestra tocando ou ensinando, como é o caso da orquestra do Coque”, explica Osman Giuseppe Gioia, maestro. Ele diz que a experência de reunir vários grupos deu certo no ano passado. Para o ano que vem, quando a OSR completa 80 anos, Gioia adianta que já pensam em um evento ainda maior.

Apesar das comemorações, músicos da OSR se queixam de baixos salários. Em carta enviada à imprensa, eles afirmam que, apesar de ser a mais antiga, a orquestra é a segunda pior paga do país. (grifo meu)

Repórter JC

Apoio público

A Orquestra Sinfônica do Recife distribui carta à população pedindo apoio da sociedade. Entre as orquestras do País, tem os mais baixos salários. A carta é assinada por 46 músicos.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Músicos da OSR reiteram reivindicação de melhoria salarial a poucos dias do aniversário da orquestra

Prezados,

A Orquestra Sinfônica do Recife (OSR) comemora 79 anos de sua fundação no próximo domingo 26/07. Com dificuldades que se arrastam há anos, estamos pedimos apoio à imprensa, à sociedade e aos políticos afim de tentar sensibilizar as autoridades responsáveis a melhorar nossas condições salariais.

Segue abaixo o Plano dos Cargos e Carreiras, Remuneração e Outros Benefícios dos Servidores Efetivos do Município do Recife, no qual nosso salário de Músico de Orquestra aparece abaixo do salário de motorista.

Contamos com sua valiosa colaboração para tornar público nossas dificuldades e anseios pedindo que re-encaminhe gentilmente este e-mail à todos os seus contatos.

Atenciosamente,
Músicos da Orquestra Sinfônica do Recife


DIÁRIO OFICIAL
------------------------------------------------------------------
11/Jul/2009 :: Edição 78 ::
Cadernos do Poder Executivo
Poder Executivo
Prefeito: João da Costa Bezerra Filho

Lei
LEI Nº 17.555 /2009
EMENTA: DISPÕE SOBRE AS TABELAS DOS PLANOS DE CARREIRAS, REMUNERAÇÃO E OUTROS BENEFÍCIOS DOS SERVIDORES EFETIVOS DO MUNICÍPIO DO RECIFE, ADMINISTRAÇÃO DIRETA, AUTÁRQUICA E FUNDACIONAL.
O POVO DA CIDADE DO RECIFE, POR SEUS REPRESENTANTES, DECRETOU, E EU, EM SEU NOME, SANCIONO A SEGUINTE LEI:

Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a remuneração dos servidores da Administração Direta, da Fundação de Cultura da Cidade do Recife - FCCR, da Autarquia Ginásio de Esporte Geraldo Magalhães - GERALDÃO e Instituto de Assistência Social e Cidadania - IASC, tratando da reestruturação das tabelas dos planos de carreiras, de recomposição de vencimentos, fixação de gratificações e de outras vantagens e benefícios.

(...)

Art.3º. Os vencimentos básicos dos servidores ocupantes dos cargos de Motorista, Músico, Assistente Técnico Financeiro, Técnico de Cadastro Imobiliário, Analista de Compras, Auditor do Tesouro Municipal, Técnico em Assistência Social 1 - Assistente Social, Técnico em Assistência Social 2 - Psicólogo, Técnico em Assistência Social 3 - Pedagogo e Técnico em Assistência Social 4 - Sociólogo, Agente Administrativo da Assistência Social e Administrador, são fixados na forma abaixo:

I - Motorista - R$ 945,97 (novecentos e quarenta e cinco reais e noventa e sete centavos);
II - Músico - R$ 894,50 (oitocentos e noventa e quatro reais e cinquenta centavos);
III - Assistente Técnico Financeiro - R$ 3.882.93 (três mil, oitocentos e oitenta e dois reais e noventa e três centavos);
(...)

Art. 15º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.

Recife, 10 de julho de 2009.
JOÃO DA COSTA BEZERRA FILHO
Prefeito do Recife

Master classes com o oboísta Isaac Duarte

Melodia 2009 - Festival de Corais Juvenis no Rio de Janeiro

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Neojibá em turnê

ORQUESTRAS JUVENIS E INFANTIS
Entre os dias 03 e 14 de agosto, a Orquestra Sinfônica Juvenil 2 de Julho (J2J), primeira orquestra formada pelas atividades dos Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia - NEOJIBÁ, pega estrada para realizar a sua primeira turnê. A turnê percorrerá o Nordeste Brasileiro, passando por sete capitais e culminando com um concerto de gala no Teatro Castro Alves - TCA, às 20h do dia 14 de agosto. A iniciativa tem como objetivo promover o desenvolvimento social e urbano por meio da educação musical. A ação tem o patrocínio do Bradesco por meio da Lei Rouanet. Mais informações: neojiba@gmail.com, (71) 3117-4844 ou acesse: http://neojiba.blogspot.com/.

Conjunto instrumental de câmara para apresentação

Fui convidado pela Livraria Saraiva para ministrar uma aula-concerto no lançamento recifense da coleção Grandes Compositores da Música Clássica, da Editora Abril, agora em agosto.

O dia e o horário não estão definidos, mas o evento acontecerá num sábado à tarde.

Caso algum grupo de câmara, quarteto ou trio (pode ser juvenil), queira participar da aula-concerto é só entrar em contato comigo, pois comunicarei à Saraiva qual grupo irei escolher e ela fará o pagamento de um cachê no dia.

Só é preciso tocar uma única música completa, a critério do grupo e no final do concerto, mas o principal é que a aula seja pontuada com exemplos (trechos) curtos de obras que irei citar e basta os instrumentistas dividirem entre si a apresentação desses exemplos que iremos combinar.

Mais informações: pb_amaral@hotmail.com

O pianista Benedetto Lupo é o solista desta semana com a Orquestra Sinfonica Brasileira‏

A música de Nino Rota, autor de grandes trilhas para os filmes de Fellini e Bertolucci, está no programa da Orquestra Sinfônica Brasileira nesta semana na sua Série Ônix 2009, com o pianista italiano Bendetto Lupo

A regência é do maestro norte-americano Andrew Grams




No programa também o celebrado e dificílimo Concerto para mão esquerda de Ravel


Sexta-feira, 24 de julho, 20h / Sábado, 26 de julho, 16h


Sala Cecília Meireles



Nesta terceira edição da Série Ônix 2009, a Orquestra Sinfônica Brasileira traz de volta ao Rio, pela primeira vez desde 1986 (quando fez sua única apresentação na cidade) uma estrela do piano europeu, o italiano Benedetto Lupo. Como regente convidado, Andrew Grams - talento em franca ascensão, vindo ao Brasil pela primeira vez. São dois concertos na Sala Cecília Meireles, sexta-feira, 24 de julho (às 20h) e no sábado, 25 de julho (às 16h).

Lupo toca duas peças que fazem parte de seu mais consagrado repertório: o Concerto para Mão Esquerda de Ravel, que ele tocou com a Gewandhaus de Leipzig, sob regência de Vladimir Jurowski, e o Concerto Soirée de Nino Rota, registrado por ele em disco e fartamente premiado, inclusive com o Diapason D’Or. Lupo, aliás, é professor do Conservatório Nino Rota em Monopoli, no Sul da Itália.

Veja abaixo o programa completo.


Programa:

NINO ROTA - Seis Danças de O Leopardo

NINO ROTA - Concerto Soirée

RAVEL - Concerto para Mão Esquerda

DUKAS - Aprendiz de Feiticeiro

CHABRIER - Espanha

Sala Cecília Meireles – Largo da Lapa 47, Centro. Tel.: (21) 2332-9160).

Capacidade: 835 lugares. Censura: Livre.

Ingressos: R$ 88 (Plateia Superior) e R$ 172 (Plateia).

Ingressos à venda na bilheteria do teatro, pelo telefone (21) 3344-5500 e pelo

site da Ingresso,com (http://www.ingresso.com.br)

A OSB oferece serviço gratuito de manobrista no local. Mais informações sobre a Orquestra: www.osb.com.br


Recital de Oboé e piano com Isaac Duarte e Mônica Kato Duarte

Isaac Duarte é oboísta co-solista e corne inglês da Orquestra da Tonhalle de Zurique (Suíça) e a pianista Mônica S. Kato Duarte dedica-se principalmente à música de câmera.

Juntos já gravaram o CD “Palheta Brasileira” com obras dos compositores brasileiros J. Siqueira, O. Lacerda, B. Blauth e W. Simões.

A divulgação da música erudita brasileira e suíça sobressai na escolha das obras nos programas do DUoARTE que irão apresentar neste Conservatório.

* O cachê dos músicos Isaac e Mônica Duarte será revertido em material de estudo (partituras, livros, palhetas etc..) para os oboístas da Orquestra Sinfônica Jovem do Conservatório.

Data: 29.07

Local: Estúdio CPM

Horário: 19h30

Entrada Gratuita

Orquestra Sinfônica Jovem do CPM no FIG 2009‏

A Orquestra Jovem do Conservatório Pernambucano de Música realizará pelo segundo ano concerto no FIG 2009 homenageando os compositores Villa-Lobos pelo 50 anos da sua morte e Clovis Pereira por 60 anos de profissão.

Formada por 70 músicos, entre 13 e 28 anos, sob o comando do maestro José Renato Accioly, a Orquestra Jovem traz na bagagem, mais de 70 apresentações das temporadas de concertos iniciadas em 2006. No repertório teremos composições de Mozart, Beethoven, Villa Lobos e Clóvis Pereira.

A orquestra realizará concerto aula ás 16h30 com o objetivo de aproximar e informar ao público os instrumentos sinfônicos e sua classificação dentro da orquestra.

Mariléa Gomes

Coordenadora da Orquestra

___________________________________________________________________________________________________

REPERTÓRIO

MOZART, WOLFGANG AMADEUS

Abertura da Ópera “A Flauta Mágica”


BEETHOVEN, LUDWIG VAN


Abertura Coriolano - dó menor Op.62

VILLA-LOBOS, HEITOR

(Homenagem aos 50 anos da morte)

Bachianas Brasileiras nº 4


I. Prelúdio (Introdução)
II.Coral (Canto do Sertão)
III. Ária (Cantiga)
IV. Dança (Miudinho)


PEREIRA, CLÓVIS

(Homenagem aos 60 anos de profissão)

Lamento e Dansa Brasileira


Concerto no FIG 2009

Quando: 24 de Julho

Local: Igreja de Santo Antonio

Hora: 21h

Olga

Recebi ontem o DVD duplo da ópera Olga, de Jorge Antunes*, e dei uma olhada agora de madrugada. Em breve, irei vê-la toda e fazer minhas anotações.

* Libreto de Gerson Valle. O papel-título é interpretado pela soprano Martha Herr.

Alex

Detalhes

Professora de piano das mais conhecidas do Recife, Alaíde Rodrigues, festejou o nascimento da bisneta Maria Fernanda, filha de Emanuele e Elias Rodrigues. Ricardo Carvalho vai lançar o livro É tudo verdade – ou as memórias de um repórter. Ele faz parte da elite da nossa imprensa.

João Alberto

Instrumental - O Conservatório Pernambucano de Música participa do Festival de Inverno de Garanhuns com uma vasta programação erudita, instrumental e ministrando todas as oficinas de música em parceria com a Fundarpe. O encerramento do projeto, sexta-feira, será com o concerto da Orquestra Sinfônica Jovem na Igreja de Santo Antônio.

Duo Lachrimae em apresentações sáb 25/07 e seg. 27/07‏

Caríssimos,
Convido a todos para 2 concertos de que faremos (Duo Lachrimae) parte sabado 25 e segunda 27 de julho proximo. Abaixo detalhes:
Friends,
Invite you all for the next 2 concerts of Duo Lachrimae will be performing, on sartuday 25h and monday 27h. Details below:
1 - O Duo Lachrimae (Gisele Diniz, soprano - Jorge Santos, violão) estará participando do concerto do grupo de compositores Prelúdio XXI que será realizado no próximo sábado, dia 25.07 as 15h no Centro Cultural da Justiça Federal. O Duo relizará a estreia mundial de 3 canções para violão e soprano do compositor Marcos Lucas, com textos de James Joyce, Fernando Pessoa e Guimaraes Rosa. No concerto diversos intérpretes tocam obras compostas pelos membros do grupo que é formado por Alexandre Schubert, Caio Senna, Heber Schünemann, J. Orlando Alves, Marcos Lucas, Neder Nassaro e Sérgio Roberto de Oliveira. Aguardo a presença de todos.
Abraço
Duo Lachrimae (Gisele Diniz, soprano - Jorge Santos, guitar) will be performing in the concert of Preludio XXI ( a group of composers) next sartuday, july 25th at 15:00h, Centro Cultural da Justiça Federal - CCJF. In the concert the Duo will play the world premiere of "3 Canções" for guitar and soprano by the composer Marcos Lucas. Many others musicians will be performing differents pieces written by the member of the groups formed by Alexandre Schubert, Caio Senna, Heber Schünemann, J. Orlando Alves, Marcos Lucas, Neder Nassaro e Sérgio Roberto de Oliveira. Hope see you there.
Prelúdio XXI - compositores do Presente - Ano 11
Duo Lachrimae estreia de 3 canções de Marcos Lucas
1. Strings in the air 2. Acalanto 3. Pavor
Outros intépretes
Local : Centro Cultural da Justiça Federal - CCJF - Av. Rio Branco, 241
Data : Sabado, 25.07.2009 as 15h
Entrada Franca
2- Duo Lachriame estará se apresentando na "Série Música no Fórum" no Fórum de Ciencia e Cultura da UFRJ, a apresentacao contará tambem com a presença do violonista Miguel de Laquilla e do trio de violoes Cimino.
Duo Lachrimae will be performing in Serie Musica no Forum at Forum de Ciencia e Cultura UFRJ, the concert includes also the guitarist Miguel de Laquila and guitar trio Cimino. Details below
Série Música no Fórum
Duo Lachrimae (Gisele Diniz, soprano - Jorge Santos, violão)
Trio Cimino (violões)
Miguel de Laquila (violão)
Data: Segunda, 27.07.2009 as 19h
Local: Av. Pasteur, 250, Urca - Rio de Janeiro
Programa: Marcos Lucas, Britten, Rossini, Turina.
Entrada Franca

--
Jorge Santos
Rio de Janeiro/RJ
[055] 21 - 7548 7604
www.myspace.com/duolachrimae
www.myspace.com/giselediniz

terça-feira, 21 de julho de 2009

Dulcineia e Trancoso com Adriana Clis e Gabriella Pace

Professora Ana Lúcia disse que nem sabe se Dulcineia e Trancoso* tem papeis pra soprano e meio-soprano mas, assim que acabou o concerto de domingo à noite no Virtuosi na Serra, em plena descontração de bastidores, decidiu empolgada que Adriana Clis e Gabriella Pace já estão convidadas para a ópera.

Gabriella disse que não tinha problema quanto à incerteza dos personagens: ela faria Dulcineia ou alguma possível "irmã de Dulcineia", e pra Adriana bastaria acrescentar a "mãe de Dulcineia".

***

* A primeira ópera armorial, de Eli-Eri Moura (música) e Waldemar José Solha (letra), a ser estreada em dezembro que vem no XII Virtuosi.

Tópicos sobre o Virtuosi na Serra

Estive em Garanhuns, pra ver o Virtuosi na Serra. Aqui vão só algumas pontuações, já que fui a lazer:

  • Apesar de toda a estrutura da cidade, Garanhuns também precisa de um teatro adequado, que inclusive possa receber decentemente uma orquestra sinfônica.
  • A Igreja Matriz não tem o menor isolamento acústico e foi sofrível, pra não usar um adjetivo mais intenso, a ruidagem que vinha da rua: motores de carros, buzinas, som alto... Nenhum concerto teve paz.
  • Os pais mal-educados também largaram suas crianças correndo pela igreja durante algumas apresentações.
  • Teve um embolador, no concerto de Victor Asuncion, que tava lá na rua, querendo uns trocados sem conseguir.
  • Maestro Rafael aproveitou, então, para tornar real uma pérola do anedotário popular: deu-lhe dez reais para ir tocar noutra freguesia.
  • Victor, domingo à tarde, repetiu o programa de Gravatá, na semana retrasada: o Carnaval de Schumann e Quadros de uma exposição. No final da peça de Mussorgsky, o pianista filipino deu toda sua energia e teve a sorte de nenhum barulho externo ter atrapalhado o último movimento. Fora de série.
  • As peças divididas em movimentos, por sinal, deveriam ter os movimentos enumerados no programa, para melhor orientação do ouvinte. Até mesmo o público habituado se confunde (eu incluso).
  • O prefeito de Garanhuns convidou a orquestra Virtuosi para o concerto de Natal da cidade, em dezembro.Teve novo sorteio de DVDs do Virtuosi 2007 - 20 no domingo e 20 na segunda. Meus anfitriões, Vania e Valdir, foram sorteados.
  • Eles botaram meu no nome no meio dos bilhetes e fui também contemplado, mas recusei o prêmio porque eu já tenho o DVD.
  • Como fui chamado antes de Valdir, ele me deu um pito amigável ("Poderia ter doado pra mim!"), mas acabei nem precisando me incomodar.
  • Fernando Antônio Ribeiro de Vasconcelos, outro ex-aluno, acompanhou tudo na Igreja Matriz, mas não foi sorteado e veio me dar pito também.
  • Benjamin Sung foi o último solista do último concerto, segunda de noite, e ficou imensamente feliz com os parabéns surpresa puxados por orquestra e público.

Momento de fã, ou "Maracatu: Hei de seguir teus passos"


Com Gabriella Pace (E), Adriana Clis e Gilberto Tinetti, após o recital impecável do último domingo no V Virtuosi na Serra.

Foi um momento de fraqueza meu (risos) em dar uma de fã (em particular, delas), mas me permiti este direito também porque elas foram perfeitas naquela noite, especialmente no dueto de Lakmé e Mellika, quando elas saíram juntas e o terminaram cantando off stage.

Perdão por não me alongar agora justificando o porquê de dizer "perfeitas", pois passei três dias sem internet e estou colocando muita coisa em ordem hoje.

Vi o concerto do trio no Santa Isabel no final de 2007 e já conhecia parte do repertório, que foi atualizado este ano com a substituição de algumas peças em prol de compositores franceses - já que é o Ano da França no Brasil.

A performance de Tinetti, Clis e Pace rendeu uma novidade pra elas duas conforme contarei em post acima.

***

Quem tirou a foto foi professora Ana Lúcia.

I Encontro Regional de Trompas no CPM - 27 de julho de 2009



ENCONTRO DE TROMPAS

27.07.2009

Ficha de inscrição

Nome : _______________________________________________________________________

Data de nascimento : _____/ ______ / _______

Endereço: _____________________________________________________________________

Bairro : _______________________________ Município : _____________________________

CEP : ______________________ E-mail : ___________________________________________

Telefone fixo : ( )_________________ Telefone celular : ( ) ___________________________

Desejo me inscrever no curso como

( ) participante

( ) ouvinte



----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

OBS : Esta ficha deve ser devidamente preenchida e entregue no dia do curso.

Continuam abertas inscrições para os concursos de docentes na UFAL

A Ufal está com dois editais, ainda com inscrições abertas, para seleção de novos docentes. Com recursos do Programa de Reestruturação das Universidades – Reuni - que prevê ampliação de vagas para docentes, foram autorizadas mais 47 contratações. O período de inscrição será encerrado no final do mês, 31 de julho. A remuneração varia de R$1.386,70 até R$6.722,85. São 21 vagas para professor assistente, uma para professor auxiliar de ensino, 25 vagas para professor adjunto.

Os professores aprovados vão desenvolver atividades de docência de nível superior na área específica e participação nas atividades de pesquisa, extensão e administração da Ufal.

Escola Técnica de Artes

Também estão abertas, até 10 de agosto, as inscrições para o concurso público de provas e títulos, destinados ao preenchimento de oito vagas, em caráter efetivo, para o cargo de Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico da Escola Técnica de Artes da Ufal.

A titulação mínima exigida é a Licenciatura plena na área de estuda específica para a vaga oferecida: Piano e Teoria Musical, Canto e História da Música, Educação Musical, Percepção Musical e Teoria da Música, Cenografia, Figurino, Maquiagem e Adereço, Interpretação, Direção Teatral, Práticas Corporais para a Cena e Dança Contemporânea

Mais informações no site da Copeve
http://www.copeve.ufal.br/concursos/concurso.php?id=32

Miguel Proença toca para cativar a plateia

Publicado em 19.07.2009

Pelo projeto Piano Brasil, instrumentista gaúcho apresenta-se hoje, às 18h, no Teatro de Santa Isabel, com ingressos a preços populares

Em entrevista ao JC no ano passado, o pianista Miguel Proença destacou que gostaria de participar de um programa governamental de formação de público e realizadores de música erudita. Em visita ao Recife, ele afirmou que “estamos em um País enorme que está de costas para si mesmo” e que seria necessário um verdadeiro PAC da Cultura. Mesmo assim, ressaltou que, no Nordeste, a despeito dos preconceitos, existe um público cativo para o piano e para este tipo de experiência musical, historicamente relacionada ao gosto das elites. Pois Proença está de volta ao Recife, para apresentação esta noite no Teatro de Santa Isabel, em recital que tem início às 18h, a preços populares. A promoção é da quinta edição do projeto Piano Brasil, que coloca o músico em turnê por 20 cidades em todo o país, com ingressos de valor acessível, até o próximo setembro.

Não é a primeira vez que Proença viaja pelo País com seu instrumento. Desde 2005, a implementação do Piano Brasil passou a levar o trabalho do músico a dezenas de municípios, a cada ano com um repertório diferente. A iniciativa tem o objetivo de afinar o diálogo entre o piano e a audiência do teatro, ao menos pelo caráter formativo do projeto, que teve recursos garantidos através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. “Gosto de tocar as obras que melhor me comunicam com o público”, disse à reportagem em sua última visita.

Com passagem por terras estrangeiras, como a recente apresentação no Carnegie Hall, em Nova York, onde mostrou parte do programa da quarta edição do projeto, o músico mostrou um pouco da sua experiência na tarde de ontem. Proença ministrou palestra para estudantes, professores e profissionais no Conservatório Pernambucano de Música, na busca de discutir os caminhos para conquistar oportunidades no mercado musical. É como ele já disse ao JC: “Estudar piano precisa de investimento, mas quem quer aprender piano não pensa nisso, fica louco quando não tem um teclado à disposição”.

A seleção musical da apresentação de hoje inclui os compositores Gluck-Kempff, E. Grieg, F. Chopin, Alberto Nepomuceno, A. Scriabin, S. Rachmaninoff e C. Debussy.

» Piano Brasil, com Miguel Proença. Hoje, às 18h, no Teatro Santa Isabel (Praça da República, s/n, Santo Antônio). Ingressos: R$ 2 e R$ 1 (meia). Informações: 3232-2940.

Lenine esquenta o frio de Garanhuns

Publicado em 19.07.2009

A noite da sexta, no palco principal, também teve o funk pirotécnico de Fernanda Abreu, além de Lula Queiroga e Leo Noronha. Música erudita lotou a catedral, onde se apresentou a Orquestra do Festival

Daniel Guedes

Especial para o JC

GARANHUNS - Bastou que os apresentadores gritassem o nome de Lenine para que quem estava espalhado pela Esplanada Guadalajara chegasse mais perto do palco. Foi, sem dúvida, o show mais curtido da segunda noite do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG).

Já eram quase 2h deste sábado quando o cantor entrou em cena. O show pode muito bem ser dividido em dois. Um com as canções do mais recente álbum de Lenine, Labiata, desconhecidas do grande público e, por isso, acompanhadas por poucos. Outro que trouxe os grandes sucessos, que não podem faltar numa apresentação dele e que garantiu a empolgação da plateia, que estava incomparavelmente mais numerosa do que a da primeira noite.

Antes do pernambucano, foi o funk carioca – altamente pirotécnico e performático – de Fernanda Abreu que comandou a galera durante a noite gelada. Rio 40 graus e outros sucessos ocuparam pouco mais de uma hora, tempo em que a cantora mostrava todo seu suingue e carisma.

O show da funkeira foi o mais elaborado até agora no que diz respeito a efeitos: com direito a cortina de fogos, pirotecnia no céu, chuva de serpentinas e papel picado. Teve de tudo para tirar a plateia do chão.

Antes, um show bem empolgante do também pernambucano Lula Queiroga, que chegou a cantar com Lenine nessa noite. A abertura das apresentações da sexta, na Esplanada Guadalajara, ficou sob a responsabilidade de Leo Noronha, que cantou para uma plateia mínima, que ainda se formava.

CONCERTO

Mas o Festival de Inverno de Garanhuns é muito mais do que música popular. Na mesma noite de sexta-feira, por exemplo, a Catedral de Santo Antônio ficou pequena para a quantidade de gente que quis prestigiar a execução de As oito estações de Vivaldi e Piazzolla, executadas pela Orquestra do Festival, sob a a regência de Rafael Garcia.

Para a noite de domingo, um verdadeiro Carnaval fora de época toma conta da cidade, com shows de Moraes Moreira, Silvério e vários grupos pernambucanos como a Orquestra Popular do Recife, Claudionor e Nonô Germano, Coral Edgard Moraes e o Bloco da Saudade, entre outros. A programação pode ser conferida na página 3 do Caderno C.

» O repórter viajou a convite da organização do festival.

Repórter JC

Publicado em 19.07.2009

FALTA PUBLICIDADE AO FIG

Fundarpe e Prefeitura de Garanhuns precisam urgentemente fazer campanha publicitária antes do Festival de Inverno. O concerto com o violoncelista Antonio Meneses, na abertura do Virtuosi na Serra, tinha apenas metade da igreja ocupada. Um pecado.

» OSR COMEMORA 79 ANOS

Uma maratona de música erudita marcará as comemorações dos 79 anos da Orquestra Sinfônica do Recife, dia 26, das 14h às 20h, no Santa Isabel, sob a regência de Osman Gioia. Entrada franca.

Dia a Dia

Publicado em 19.07.2009

Miguel Proença faz recital de piano hoje, às 18h, no Teatro de Santa Isabel.

SIC do Recife seleciona 48 projetos culturais


A Secretaria de Cultura da Prefeitura do Recife divulgou ontem a relação dos contemplados do edital 2009 do Sistema de Incentivo à Cultura (SIC). Através de sua comissão deliberativa - formada por cinco representantes do poder público e quatro da sociedade civil - o SIC selecionou 48 projetos, entre 224 inscritos. Entre eles estão fotobiografia de Raimundo Carrero, uma exposição comemorativa dos 35 anos da artista plástica Ana Vaz, o terceiro CD de Maciel Salu, o Encontro de Sanfoneiros do Nordeste, o Cine Escola e os festivais Animage, Coquetel Molotov e de Circo do Brasil.

Este ano, o valor total de renúncia fiscal reservada aos projetos é de R$ 1,5 milhão, o mesmo do ano passado. O segmento mais beneficiado é o musical, com 18 projetos e a possibilidade de captar mais de R$ 500 mil em renúncias fiscais. Logo após, foram escolhidos nove projetos do segmento audiovisual, oito de artes cênicas, sete de literatura e três de artes gráficas e plásticas. Artesanato,pesquisa cultural e patrimônio cultural figuram com um projeto cada.

Para o secretário de cultura Renato L, o resultado reflete a diversidade dos projetos inscritos. Ele explica que a predominância de projetos ligados à musica resultad do grande número de inscrições desse segmento no edital. "Todos os anos a música ocupa um valor próximo a esse percentual", diz. E adianta que, para o próximo ano, pretende antecipar os resultados de forma a ampliar o tempo disponível para os produtores executarem a captação junto às empresas.

Na próxima sexta-feira (24), às 10h, haverá um seminário de orientação para prestação de contas, no auditório do Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas). Na ocasião, estarão presentes auditores da Secretaria de Finanças e assistentes técnicos da PCR que darão esclarecimentos aos selecionados sobre como fazer uso do prêmio, assim como certificado que atesta a contemplação.

Saiba mais

Artesanato

I Mostra: Recife Moda de Periferia - Alcione Freitas Marques de Lima - R$ 20.304,56 -

Pesquisa Cultural

De repente o Recife - Eneuran Etelvina Beserra - R$ 36.000,00 -

Patrimônio Cultural

Pernambuco Rumo as Etnias - Mísia Coutinho Pessoa - R$ 42.000,00 -

Artes Plásticas

Ana Vaz - 35 Anos de Pintura - Ana Elizabeth Moreira Vaz - R$ 25.000,00 -

Pare Olhe Escute - Daniela Patrícia Azevedo - R$ 31.000,00

Artes Gráficas e Plásticas

Arte no Jockey - Patrícia Azevedo - R$ 27.000,00

Literatura

Raimundo Carrero - Fotobiográfia - Diana Dores Silveira Lins - R$ 44.000,00

Coleção Velha Histórias, Novas Leituras - Inaldete Pinheiro de Andrade - R$ 34.888,00

IV Semana Alternativa Recifense de Arte Literária ( IV Sarau) - Rogério Generoso da Silva - R$ 17.898,00

Seis de Março - A história de Amor de Domingos e Maria Teodora e a Revolução Pernambucana de 1817 - Ângela Maria Loureiro Martins - R$ 40.000,00

Geraldino Brasil - Antologia Poética - Beatriz Lopes Brenner - R$ 27.687,80

A Corça noCampo Coletânea Poética 1987/2009 - Edileuza Oliveira da Rocha - R$ 17.735,10

Tudo aqui fora escrito, tudo fora escrito ali: Antologia de Autores Pernambucanos - Wellington José de Melo - R$ 15.871,60

Artes Cênicas - Dança

Cinco Minutos para Black-out - Paulo Henrique da Silva Ferreira - R$ 45.000,00 -

Artes Cênicas - Teatro

Carícias - José Marcelino de Oliveira Dias - R$ 46.126,00 -

Artes Cênicas - Ópera

A Ópera de Dulcinéia e Trancoso - Ana Lucia Altino Garcia - R$ 34.260,00 -

Artes Cênicas - Circo

Festival de Circo do Brasil - Luni Produções Ltda - R$ 30.000,00 -

Artes Cênicas

7° Festival Estudantil de Teatro e Dança - Manuel Francisco Pedro Rodrigues - R$ 45.000,00 -

Domingo das Artes - Movimento Pró-Criança - R$ 20.000,00

Histórias de Além Mar - Andreza de Lima Alves - R$ 45.950,00

A noite dos assassinos - Jonathan de Queiros Gama - R$ 39.048,90

Música

Festival no Ar Coquetel Molotov 2009 - Ana Cristina Altino Garcia - R$ 48.170,00

Terceiro CD de Maciel Salú - Sarah Figuerôa Hazin - R$ 35.000,00

Irresistível Miudinho: Deneil Laranjeira interpreta Alfredo Gama - Mônica Muniz de Brito Silva - R$ 35.000,00

Nordeste Occitan - S. L. Pessoa Shows - ME -R$ 35.000,00

50 anos de morte de Villa-Lobos - Rafael Fernando Garcia Saavedra - R$ 35.000,00

Edson Rodrigues: Maestro Soberano de Pernambuco - Associação Musical e Cultural da Barriguda - R$ 33.160,00

12° Encontro de Sanfoneiros do Nordeste - Marcos Antonio Veloso de Farias - R$ 30.000,00 -

CD 10 anos de Poesia - L. G. Projetos e Produções Artísticas - R$ 35.000,00

É Frevo - Mônica Soares Cosas - R$ 30.000,00 -

CD Bloco das Flores - 90 anos - Bloco das Flores - R$ 30.000,00

Polifonia Musical Indígena do São Francisco - Paloma Granjeiro dos Santos - R$ 35.000,00

CD Sagane Para eventos, festas e feriados - João Henrique Rodrigues da Silva - R$ 25.000,00

Box Visceral - Renato Pereira Correa - R$ 35.000,00 -

Turnê Vitor Araújo - Capitais - Vitor Barros Barbosa de Araújo - R$ 30.000,00 -

Rabecado - Naara Souza dos Santos - R$ 30.000,00

CD Eu Nasci no dia 9 de fevereiro - José Pinheiro de Oliveira - R$ 30.000,00

Mônica Feijó CD À vista - Mônica Porto Feijó Alencar - R$ 27.000,00

No Capibaribe também tem maré - Julio Antonio da Costa Verçoza - R$ 27.000,00

Audiovisual - Vídeo

Programa de TV Plano Aberto - Ateliê Produções Ltda - R$ 11.900,00 -

Vago - Renata Belo Pinheiro Pinto Ltda - R$ 18.000,00 -

Fonofotografia - Luiz Carlos dos Santos - R$ 25.000,00 -

Animage II - Rec Beat Discos e Produções Artísticas - R$ 30.000,00

O Homem Planta - Pedro Loureiro Severien - R$ 27.000,00

Faço de mim o que quero - Petrônio Freire de Lorena - R$ 28.000,00 -

Cine Bomba- Cultura e Comunidade - Auçuba - Pesquisa e documentação - R$ 30.000,00 -

História de Amor- Baseado na Obra de Reginaldo Rossi - Al Filmes Ltda - Urso filmes - R$ 25.000,00 -

Cine Escola - Andréa Mota Silveira - R$ 35.000,00

Música na revolução francesa


O musicólogo Flavio Silva fez palestra ontem na Academia Brasileira de Música, cujo tema está resumido neste artigo, que ele divulgou por e-mail, publicado na edição deste mês da Concerto.

João Alberto

20 de julho de 2009

Erudito
- Os 79 anos da Orquestra Sinfônica do Recife serão assinalados domingo, às 14h, no Santa Isabel, com seis horas ininterruptas de música de altíssima qualidade, com regência do maestro Osman Gioia.

João Alberto

19 de julho de 2009

Orquestra
- Sílvio Costa e José Ricardo Diniz não poderiam ter sido mais felizes: vão convidar a Orquestra Criança Cidadã para fazer apresentação na abertura do fórum Panrotas Regional, dia 28, no Centro de Convenções.

O pianista Miguel Proença faz recital hoje, às 18h, no Santa Isabel.

Semeador da boa música

19 de julho de 2009

Pianista Miguel Proença toca neste domingo no Santa Isabel repertório de Chopin, Nepomuceno, Rachmaninoff, Debussy, Grieg e Gluck-Kempff

Nina Wicks de Almeida // Especial para o Diario
nathaliawicks.pe@diariosassociados.com.br


O Teatro de Santa Isabel sedia, neste domingo, a quinta edição do projeto Piano Brasil, com o pianista Miguel Proença. A turnê vai passar por 20 cidades de norte a sul do país. O repertório escolhido pelo pianista contempla F. Chopin, A. Nepomuceno, S. Rachmaninoff, C. Debussy, A Scriabin, E. Grieg e Gluck-Kempff. Com um vasto currículo internacional, Miguel Proença, gaúcho radicado no Rio de Janeiro, foi indicado para fazer parte da "Wall of fame" da Steinway & Sons, renomada fábrica de pianos. Além da discografia com repertório internacional lançada pelo Selo Vox, Miguel Proença ganhou projeção com os trabalhos em torno de Villa-Lobos, de quem é considerado grande intérprete. Além das parcerias estreladas com Salvatore Accardo e Jean-Pierre Rampal, foi diretor da Sala Cecília Meireles, da Escola de Música Villa-Lobos e secretário municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Em entrevista ao Diario, o pianista fala sobrea importância da formação de plateias e das complicações de atuação no cenário brasileiro.

Serviço

Piano Brasil com Miguel Proença
Quando: Hoje, às 18h
Onde: Teatro de Santa Isabel ( Praça da República, s/n, Santo Antônio)
Quanto: R$ 2 e R$ 1 (meia)
Informações: 3232-2940


Miguel Proença

"Detesto tocar como circense, só com malabarismo e técnica"


Foto: Beti Niemeyer/Divulgação
Como o ensino da música pode funcionar como meio de inclusão social?

Quando era criança, a música era obrigatória nas escolas municipais. Naquela ocasião, mesmo que não formassem músicos, formavam ouvintes. E como dizia Nietzsche, "a vida sem música é um erro." Nem todos têm talento musical, mas a música aflora a sensibilidade. Quanto mais gente tiver acesso à boa música, melhor. Projetos ao alcance dos mais variados públicos, como é o caso do Piano Brasil, permitem um privilégio a essas pessoas, ir ao teatro e vencer a barreira com a música erudita. Eles se sentem importantes.

Você já trabalhou em projetos de formação de plateia, como levar Villa-Lobos à rede municipal de ensino. Você se preocupa com quem vai escutar música clássica nos próximos 40 anos?

A experiência mais significativa que tive nesse campo foi em Nova Friburgo e durou um ano. Eu ensinei as obras infantis de Villa-Lobos, eu tocava e as crianças cantavam. Depois de 20 anos eu voltei ao local e a maior surpresa foi ver algumas daquelascrianças dividindo o palco comigo. Investir na formação de crianças é primordial, elas serão o público de amanhã, vão lotar os teatros.

Você acha que a qualidade da plateia brasileira também melhorou, além da quantidade?

Eu acredito mais no bom intérprete do que na plateia. Se ele oferece uma mensagem verdadeira, que preencha as pessoas, não importa se elas são preparadas ou não. Eu me emocionei tanto quando toquei no Carnegie Hall, em Nova York, lotado de pessoas que entendem de música, quanto em Garanhuns. São os milagres da comunicação, eu não me importo se o público não souber de nada.

A cada concerto, o pianista utiliza um instrumento diferente. Já o violinista ou violoncelista conhece a fundo seu instrumento de trabalho. Como é travada a intimidade do pianista com a técnica do instrumento?

Esse é um problema muito sério. Toda vez que um pianista senta em um piano desconhecido, ele tem que descobrir um caminho de se entender com o instrumento. Não pode forçar. Se não descobrir, o piano não canta. É um desafio constante. Eu tive muita dificuldade para me adaptar ao Steinway do Santa Isabel, por exemplo. Ele é um modelo norte-americano, e eu prefiro os produzidos em Hamburgo.

Como é escolhido o seu repertório? Por sua técnica ou seu gosto musical?

Pelo gosto, só assim eu posso transmitir as emoções que sinto quando estou tocando.

Como pianista, você procura trabalhar mais a interpretação da obra ou escolhe as peças que permitem uma exposição de técnicas virtuosísticas?

Eu detesto tocar como circense, só com malabarismos e técnica. Fazer música é uma coisa especial, tem que responder às intenções verdadeiras, isso chega ao público.

Que incentivo pode ter um jovem talento, hoje, para fazer carreira em seu próprio país?

Os jovens estão preguiçosos. Eles não possuem o "pique" de querer fazer carreira, de ir atrás. Eles esperam que algum professor ou produtor reconheçam o talento deles. Mas a melhor forma é realmente as leis de incentivo à cultura. Ter um professor por trás, que busque esses recursos para uma turnê, por exemplo. Conhecer gente do meio também é muito importante. Mas é difícil.

Nesses quatro anos de Piano Brasil, você teve a oportunidade de circular por diversas cidades. Quais salas de concerto estão bem preparadas para receber grandes artistas? Como o Recife está neste panorama?

Eu gosto muito do Teatro de Santa Isabel. O local é maravilhoso, o público é caloroso. Mas tive problemas com o piano, no começo. A Sala São Paulo é muito boa, Fortaleza se destaca, a Sala Cecília Meireles também é incrível, mas precisa trocar os pianos. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro abriga melhor sinfônicas e óperas. E as pessoas esqueceram que neste ano o Municipal completa 100 anos! No ano do centenário de um dos teatros mais importantes do Brasil, o local está fechado para reforma. Deviam ter pensado nisso antes.

As grandes salas de concerto disponibilizam três ou quatro pianos para que o intérprete escolha. Mas hoje, muitos locais também abrigam espetáculos populares e não possuemmais que um ou dois pianos. Isso faz dele um instrumento de percussão. Você nota a diferença nesses pianos "calejados"?

Impossível não sentir. Quando fui diretor do teatro, eu separava dois Steinway para recitais e um Yamaha para percussão. Mas isso causava muito estresse, quando chegava um músico popular renomado, ele queria tocar no Steinway. Fazer um teatro e não ter dois pianos, no mínimo, é como mobiliar um apartamento sem um sofá.

Há 30 anos, no auge do Festival Internacional de Campos do Jordão, um piano Steinway recém comprado para o festival estava sendo inaugurado por pianistas convidados, como Magda Tagliaferro e Nelson Freire. Na ocasião, um pianista francês resolveu usar os pés para tocar. O maestro Eleazar de Carvalho subiu ao palco e tirou o músico à força. Qual o limite para esses devaneios musicais?

Eleazar tinha razão. Ele podia ter a personalidade forte, mas tinha sensibilidade. Tem que respeitar o instrumento, utilizar de maneira nobre. Essas coisas são como circo, são maneiras erradas de mostrar a música. Eu sou antigo, se for o caso. Mas eu adoro música contemporânea bem feita.

No Brasil, é perceptível a falta de entrosamento entre os poucos músicos e professores consagrados. Qual o motivo da animosidade? Não há mercado para todos ou o país não é grande o suficiente?

Isso realmente acontece, nas instituições que promovem concertos e nas orquestras. Existe a tendência de tachar os intérpretes. "Esse nunca vai tocar com a gente", "esse pode", coisas assim. Essa pré-classificação do talento incomoda o intérprete, provocando brigas. Isso tem que acabar, porque limita, o mercado fica pequeno. Eu resolvi fazer meus projetos através